007: Operação Skyfall

Comemorando os 50 anos desde a estréia de 007 Contra o Satânico Dr. No, este mês de novembro marcou o lançamento do vigésimo terceiro filme da série, 007: Operação Skyfall....

Comemorando os 50 anos desde a estréia de 007 Contra o Satânico Dr. No, este mês de novembro marcou o lançamento do vigésimo terceiro filme da série, 007: Operação Skyfall. Antes de qualquer coisa, vou resumir o enredo [MAIS OU MENOS COM SPOILERS]:

James Bond começa o filme envelhecido e derrotado, quando uma nova ameaça surge, o agente precisa recuperar sua capacidade física e redescobrir o que faz um herói. Enquanto isso, o herói  enfrenta um terrorista com uma queda por teatricalidade. Sempre a um passo a frente dos heróis, o plano mirabolante do vilão envolve explodir diversas coisas, assassinar o interesse amoroso do herói e ser capturado intencionalmente para fugir e causar mais estrago. No final, aprendemos que James Bond é compelido a agir de forma heroica pois seus pais morreram quando ele era criança e foi criado por um funcionário da casa que agiu como figura paterna. Ah, o vilão também insiste em dizer que ambos não são tão diferentes.

Pois é, o filme é divertido, mas eu tive que me esforçar para esquecer que eu não estava assistindo alguma versão britânica de Batman. Até os “tik tik tik” das músicas de Han Zimmer aparecem no meio da trilha sonora para dar a sensação de urgência.

Agora, vale a pena?

Depende de quanto você gosta da série 007. O filme faz mais homenagens ao passado do que os outros dois filmes de Daniel Craig, mostrando elementos clássicos do personagem e simultaneamente é o filme que mais humaniza o personagem, em 23 filmes, raramente testemunhamos momentos íntimos ou que expliquem o comportamento suave e brutal do agente. Neste filme conseguimos ver um James Bond mais humano e real e entendemos o real esforço necessário para manter a segurança de Gotham City…err… Londres… merda…

Ah, e isso acontece também.

Até a próxima!

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Editor-chefe da Freakpop. Adora cinema, mas odeia a palavra cinéfilo. Leu quadrinhos demais na vida e tem uma capacidade muito limitada de entender a realidade. Tudo que não explica com Máquina Mortífera, explica com Highlander. Sabe tudo sobre Soul Reaver e Crônicas de Gelo e Fogo. Seu signo é estegossauro.

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