2ª temporada de Scream chega na Netflix

Série baseada nos filme de terror Pânico volta para sua 2ª temporada e promete: mais gritos soarão A série Scream é uma produção original Netflix levemente inspirada nos filmes Pânico (aqueles...

Série baseada nos filme de terror Pânico
volta para sua 2ª temporada e promete: mais gritos soarão

A série Scream é uma produção original Netflix levemente inspirada nos filmes Pânico (aqueles da década de 1990, com Neve Campbell como mocinha que evolui para protagonista badass no quarto filme da franquia e pode ser considerada uma das personagens mais perseguidas da história por motivos que fazem um leve sentido em um mar de aleatoriedade. Mais do que ela, apenas Jamie Lee Curtis – em qualquer filme de terror que ela tenha feito).

Na primeira temporada vimos Piper Shaw ser a Ghostface versão máscara cirúrgica, com o melhor motivo para ser a assassina mais mal aproveitado da saga Pânico. O que os espectadores bradavam para a TV, e que foi mais ou menos explicado no final da 1ª temporada, é o gancho para a nova: Ghostface nunca trabalha sozinho. Ele SEMPRE tem um parceiro. Billy e Stu (Skeet Urlrich e Matthew Lillard), Mickey e Sra. Loomis (Timotyh Olyphant e Laurie Metcalf), Roman Bridge (Scott Foley) e, no último filme, Jill e Charlie (Emma Roberts e Rory Culkin). Ok, talvez nem sempre, tem aquela exceção à regra. Apenas no terceiro filme houve apenas um assassino, mas convenhamos: não foi o melhor material mesmo da franquia… E pode ter sido problemas de roteiro, já que haja motivo para tanta gente matar sem sentido algum…

O que pode ter acalmado um pouco os corações dos fãs é que a razão de Piper é bem similar à de Roman – o único a ter agido sozinho. Porém, Piper também é atacada pelo Ghostface… Pensem, pequenos padwans, pensem!

Voltando para a segunda temporada: três episódios já estão liberados no streaming e mostram que a calmaria em Lakewood só anunciava mais mortes. O pequeno respiro de, aproximadamente, três meses pode ser considerado a “bonança antes da tempestade”. A vítima da vez da voz distorcida é Audrey  (Bex Taylor-Klaus) e dá um fôlego para Emma (mas a coitada ainda é uma sofredora de plantão). Audrey é mais f***, com mais coisas a perder – além da vida, óbvio. Já é fato que o vilão ama torturar adolescentes, então teremos mais uma temporada se arrastando com desconfianças até um final “WOW”.

Enquanto Noah (John Karna) herdou o Morgue, podcast investigativo de Piper, e segue as pistas dadas pelos filmes de terror, que o levam a descoberta: há um cúmplice, Audrey precisa lidar com sua fama repentina e consciência pesada, além de evitar que seu melhor amigo descubra suas atividades suspeitas, ao mesmo tempo que precisa protegê-los do mascarado da vez – que ninguém sabe quem é.

Junte tudo isso com personagens estranhos e BAM! Que bagunça é essa? A tia e o primo de Kieran, que vieram cuidar do pobre órfão, são estranhos e parecem mancomunados com uma seita do “me aproveitarei de tudo, sou dessas”. O filho do novo xerife não tem expressões faciais, só sabe irritar e parece aquele elemento de distração: todo mundo vai achar que ele é o assassino, mas no final das contas é só mais uma vítima. Ou é isso que querem que pensem, que ele é e não é, e no fim será. Confuso? Só assistindo para entender, hehehe.

Brooke (Carlson Young) herdou os olhos sempre marejados de Sidney (Campbell) nas versões cinema. A maior parte das cenas há uma suspeita de lágrimas ou olhos brilhantes demais de emoção. Bonitinho, dá certo drama, mas não sempre, né?

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