American Horror Story – Murder House

Nós aqui na Freakpop adoramos indicar e/ou falar de séries que você já assistiu ou ainda não teve curiosidade para assistir. Então hoje vamos falar da primeira temporada de American Horror...

Nós aqui na Freakpop adoramos indicar e/ou falar de séries que você já assistiu ou ainda não teve curiosidade para assistir. Então hoje vamos falar da primeira temporada de American Horror Story: Murder House.

#AHS (porque somos modernos e amamos #’s) é uma série criada por Ryan Murphy (de Glee, Nip/Tuck e The Normal Heart), com uma proposta que mistura terror, drama e humor ácido na dose certa. A primeira temporada garante alguns momentos bem tensos de susto e mistério.

A história toda começa com o Dr.Charles Montgomery (Matt Ross) que constrói uma bela mansão em Los Angeles na década de 20. Viciado em  éter, ele é conhecido como o cirurgião das estrelas. Sua esposa, uma mulher de cabeça vazia aprisionada a uma vida sem grandes acontecimentos, sonha em ter um filho, porém após um aborto natural, o bebê nasce morto e seu marido, já completamente alterado pelo vício e pela obsessão de “criar” algo, transforma o corpo da criança em uma criatura monstruosa. Nora Montgomery (Lily Rabe) fica completamente louca e quando pega o marido transando com a empregada no quarto deles, ela os mata e comete suicídio. Assim começa a lenda da “casa dos assassinatos”.

Nos dias de hoje, Dr. Benjamin Harmon (Dylan McDermott), sua esposa Vivien Harmon (Connie Britton) e a filha do casal Violet Harmon (Taissa Farmiga) se mudam para L.A para Vivian tentar superar a traição do marido. Eles compram a tal casa por um valor bem abaixo do mercado. Logo no primeiro dia, coisas estranhas começam a acontecer no local. Para começar, a casa vem com uma misteriosa empregada interpretada por Frances Conroy, uma vizinha bem folgada e intrometida chamada Constance Langdon (Jessica Lange) e sua filha chamada Addie (Jamie Brewer), que aparece na mansão de surpresa e tem uma estranha mania de falar que as pessoas morrerão.

Dr. Ben é psiquiatra e para reconstruir a relação com sua esposa ele monta seu consultório dentro da casa e seu primeiro paciente é um jovem perturbado chamado Tate (Evan Peters). Violet, sua filha, sofre bullying na escola e passa a se trancafiar no seu quarto para ler, ouvir músicas e se cortar. Não demora muito até que a menina se afeiçoa à Tate e Dr. Ben é obrigado a cancelar o tratamento do rapaz. Mas quem disse que ele deixa ver a Violet?

O mistério começa a crescer quando você compreende parte da estranha relação entre Constance e Moira O’Hara, a empregada, que para deixar o telespectador mais confuso, aparece como uma jovem e belíssima mulher para o Dr. Ben e como uma velha sombria para sua esposa Vivian. O conflito todo começa quando Vivian engravida e seu marido mata sua ex-amante para que Vivian não saiba que ela estava grávida.

Confuso? Bem, é impossível falar mais da série sem entrar em (mais) spoilers, então vamos aos pontos importantes: American Horror Story: Murder House é bem intrigante e te prende a atenção desde o primeiro episódio. Nem preciso falar que Jessica Lange está tão f**a, mas tão f**a que você quer ver os episódios só pela sua atuação. Destaque para Evan Peters que consegue fixar sua atenção nele mesmo com tantas cenas onde ele chora por qualquer coisa. O conflito entre o casal cansa um pouco no início, a personagem Vivian demora para crescer e se firmar como uma protagonista, mas não é por isso que você deixará de assistir.

Agora, lembram daquele filme do Tim Burton “Beetlejuice – Os Fantasmas se Divertem”? American Horror Story: Murder House é uma versão mais séria desse famoso longa de 1988 e para você entender a comparação, terá que assistir até último episódio da série. Então caso você não tenha assistido, vale muito a pena conferir e caso você já tenha visto, desculpa por acabar com a graça da primeira temporada com essa comparação tão banal – mas que não deixa de ser uma verdade, né?

Ah, impossível deixar de citar o ator Zachary Quinto (Star Trek), que apesar de aparecer em somente quatro dos doze episódios tem uma participação marcante!

Já estamos vendo a segunda temporada, em breve traremos o review de American Horror Story: Asylum.

Até a próxima.

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Tatá Snow

“Crítica” de cinema – prefiro ‘analista de entretenimento’, fanática por comédias românticas e viciada em Sex and The City. Ah…#TeamCap

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