Meu Casamento com Skyrim

Mais um final de semana chegou! Estamos no terceiro mês do ano de dois mil e doze, e a exatos 4 meses eu presenteei meu marido Brüce com um...

Mais um final de semana chegou! Estamos no terceiro mês do ano de dois mil e doze, e a exatos 4 meses eu presenteei meu marido Brüce com um jogo para o amado PS3 dele. Mas calma, não é um jogo qualquer! Para começar ele tem um nome difícil, uma música de fundo que fixa mais do que Michel Teló e uma violência sem fim.

Definitavamente, Skyrim é o nome da amante do meu marido!

Sabe quando um homem está desmotivado, entendiado, querendo algo novo, não para de reclamar da bosta do trabalho dele e no final do dia senta no sofá pra ver Simpsons? Pois é neste momento onde o diabinho por trás da mente humana dele diz: liga a porra do video game caralho e joga Skyrim.

Neste momento minha filha, esqueça, por que nem sua melhor lingerie da Lojas Marisa concept da Oscar Freire faz ele largar o controle remoto! CONTROLE REMOTO, a junção de duas palavras que dá total poder para um homem fazer o que ele quiser, ainda mais se for acompanhado de Skyrim! Logo, seu marido acaba de arrumar uma amante tecnológica, e você benhê, não pense e nem tente ter um ataque histérico sintonizado em sua pior TPM porque você já perdeu!

Bem, já que atacar a amante não funciona na hora de salvar um casamento, vamos apontar os pontos fracos dessa maldita invenção que lhe deixa sozinha na cama com os gatos escrevendo um post como esse.

Como eu não tenho a menor capacidade e conhecimento para julgar Skyrim, consultei minha amiga Wikipida para ajudar as minhas colegas a entender melhor o jogo, lóóóóógico que vocês encontrarão comentários meus.

The Elder Scrolls V: Skyrim é um RPG (aquela técnica médica de deixar a coluna no lugar sabe? É ótimaaa) eletrônico desenvolvido pela Bethesda Game Studios (informação inútil eu sei, continue lendo) e publicado pela Bethesda Softworks (ahhh ta, desenvolvido e publicado pela mesma empresa? Humpf, deve ser um monte de homem que não tem relação com mulheres).

É o quinto jogo da série The Elder Scrolls (Quinta geração queridinhaaa, você pensa que amante também não evolui?!), seguindo The Elder Scrolls IV: Oblivion (Meu marido também tem esse….). Foi lançado em 11 de novembro de 2011 para PlayStation 3, Xbox 360 e Microsoft Windows. (Amante é assim mesmo, pega homem casado em qualquer forma física, tamanho e performance).É o primeiro jogo ocidental da história a receber 40/40(nota máxima) na conceituada revista japonesa Famitsu. (40 pontos de 40…..eu cresci em uma matemática onde a nota 10 seria a máxima, mas já que esse povo quer inventar, então vamos tentar compreender e respeitar os tais 40 pontos tá? Não critique, o exercício aqui é buscar a compreensão).

Skyrim se passa duzentos anos depois dos eventos de Oblivion (hahaha….E?), na província de Skyrim (Ahhhhhhh, é uma cidadezinha então? Agora minha vida mudou! E a sua? Não? Continue lendo……..), no norte de Tamriel. A província irrompeu em uma guerra civil depois que um de seus reis foi assassinado. Paralelamente, o deus Alduin (“Devorador de mundos”, também conhecido em outras partes do Império como o mais importante dos Nove, Akatosh), que assume a forma de um enorme dragão, surgiu para destruir o mundo. O personagem do jogador é um dos últimos “Dovahkiin” (Nascidos do Dragão), que deve derrotar o dragão Alduin para salvar Skyrim da destruição. (Ahhhh, agora sim, o Deus Dragão tem que ser destruído antes que o mundo acabe? Quanta originalidade hein??? (vou dormir no sofá depois desse post!)). O Jogo Conseguiu três prêmios no VGA2011, incluindo melhor jogo do ano.”(O melhor jogo do ano de destruição em massa de casamento sólidos e felizes!).

Vamos a outra curiosidade peculiar desse joguinho: “O grupo escolhido por Jeremy Soule (seu filho da mãe, por que vc não casa com o Michel Teló, hein?)  para compor a música de Skyrim também foi responsável pelos trabalhos em Morrowind e Oblivion. Ele compôs “Sons of Skyrim“, música tema do jogo e foi gravada com um coro de mais de 30 pessoas, cantando na língua dos dragões” (DESDE QUANDO DRAGÕES TEM IDIOMAS PRÓPRIOS?) —- Ai ninguém me entende, por favor mulheres, me ajudem!!!!

(após respirar por alguns minutos…..)

Bem leitores, tenho certeza que muitos homens, inclusive o meu marido, ficarão bem bravos com o meu post, e eu sei também que a capacidade de uma mulher analisar um jogo de video game é a mesma de vocês saberem a diferença entre uma roupa de marca e uma da Besni, afinal, a roupa foi criada para cobrir o corpo, e o video game para levá-los para longe do mundo fútil das mulheres.

Como profissional da moda, dona de um cabelo nada comum e especialista em fazer críticas que meu marido tem vontade de se jogar da varanda, eu prometo para vocês que este post foi escrito em um momento solitário (exceto pela presença da Bixa – minha gata vira lata), enquanto meu amado Brüce se divertia com seus dragões e magias na sala, ou seja, eu sou uma boa esposa vai?

Mas de qualquer forma, Skyrim marcou um outro momento da nossa união (que ainda não é oficial tá?), e foi através do Youtube que ele me fez um pedido romântico, carinhoso e muito, mas muito mesmo, bojuju! E é com este video que eu encerro meu post dedicado à este jogo, à este mundo que é Skyrim, pois eu tenho certeza absoluta que todos vocês conseguem imaginar qual foi a minha reação. -.-

Um Beijos, Lady Freak

(Dragonborn Dance – O “Ai Se Eu Te Pego” de Michel Teló em versão Nerd)

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“Crítica” de cinema – prefiro ‘analista de entretenimento’, fanática por comédias românticas e viciada em Sex and The City. Ah…#TeamCap

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