Contos de Fadas – As histórias verdadeiras sem a Disney

Esqueça a versão Disney repleta de finais felizes e purpurina. Conheça a real história de Bela Adormecida, Ariel e companhia nos Contos de Fadas. Quem não conhece os desenhos...

Esqueça a versão Disney repleta de finais felizes e purpurina. Conheça a real história de Bela Adormecida, Ariel e companhia nos Contos de Fadas.

Quem não conhece os desenhos da Disney, ícones de uma infância pré Ben 10, Meninas Superpoderosas e mais animações meia boca de gosto duvidoso?  Massss, muito se engana quem pensa que os contos de fadas são assim mesmo, com toda a ostentação e vestidos de manga bufante: se você já se assusta com meninas de 16 anos encontrando o príncipe encantado e casando saiba que a coisa é mais embaixo. Pedofilia, necrofilia e mais um tantinho de ia compõe o verdadeiro universo das princesas da Disney… sem a Disney.

Comecemos com a primeira princesa Disney. Comercializado pelos estúdios Walt Disney em 1937, Branca de Neve e os Sete Anões conta a história de uma princesa que sofre nas mãos de uma madrasta rainha má, quase perde o coração – literalmente – a mando da rainha, foge para a floresta e encontra sete encantadores anões. Na verdade, há algumas versões que contestam que a Rainha Má, dona da icônica frase: Espelho, espelho meu. Quem é mais bela do que eu?, na real era a mãe mesmo da moçoila branca como a neve. E nem cai de um penhasco como na animação. Opsss, isso não pode ser considerado spoiler, né?

A Rainha Má teve que usar sapatos de ferro em brasa e dançar até cair morta. Bizarro? Calma que vem mais! A idade da princesa meio sádica (quem manda a madrasta/mãe dançar até morrer? Nova modalidade de tortura?), de acordo com o conto original dos Irmãos Grimm, é de apenas sete anos. Sabe o que eu fazia com sete anos? Brincava de bonecas. Mas Branca de Neve se apaixonava e mostra o primeiro caso de pedofilia feat necrofilia: o príncipe não dá um beijo de amor. Nãooo senhor! Ele pega o corpo dela, o CORPO MORTO e leva para o seu castelo. Não contente, carrega o caixão pra cima e pra baixo, não querendo se separar de seu amor. Tá bom, cada louco com a sua loucura. Cansado de carregar o caixão, desconta sua raiva na pobre moça e dá uma surra no CADÁVER DE UMA CRIANÇA. Um soco no estômago faz com que Branca vomite a maçã e volte à vida. Ou seja, temos até ZUMBIS nos contos de fadas.

Outra princesa, cuja história da sua algoz sairá em breve nos cinemas, que teve uma história original pra lá de estranha é Aurora, a famosa dorminhoca da Disney. Originalmente, segundo algumas vertentes,  Aurora não espeta o dedo coisa nenhuma. Na verdade é uma farpa do mal que fica alojada embaixo da sua unha. Senti arrepios de dor agora, eita! Desacordada, é um tantinho abusada pelo príncipe, que de encantado não tem nada. Depois de saciar seu fetiche – mais necrofilia, minha gente! – vai embora. Depois de nove meses a adormecida pari gêmeos que, querendo leite erram a mira e chupam o dedo da mãe e retiram a farpa amaldiçoada.

Nesse período o príncipe continuou voltando e fazendo vocês sabem o que com a Aurora. Ao encontra-la acordada resolve se casar com a não-mais-adormecida, mas não pode levar a mulher e os filhos para casa. O motivo? A sogra da menina era uma OGRA. Deu dó do Shrek aqui. A bichinha comia toda criança que via pela frente e queria jantar a nora e os netos.

Próxima da lista: Cinderela. A meiga menina maltratada pelas meias-irmãs e amiga dos ratinhos e demais animais também teve uma origem cabeluda. São cerca de 700 versões da história da Gata Borralheira, algumas tem até um peixe gigante no lugar da fada madrinha e datam de 850 AC! Em outras vertente, tão estranhas quanto a outra, a fada é na realidade uma árvore que nasceu no túmulo da mãe da Cinderela. E o show de bizarrices só piora!

Outros fatos estranhos: uma das irmãs corta os dedos do pé para caberem no sapatinho e abocanhar o príncipe – muito comum, diga-se de passagem, e, ao desmascararem as duas espertalhonas têm os olhos arrancados e terminam seus dias cegas e mancas. Ô dó!

Outra versão que ganhou o troféu de mais louca e estranha é esta aqui: Cinderela era filha de um rei viúvo que jurou se casar apenas com uma moça que tivesse os cabelos dourados, fosse tão bonita quanto a falecida e calçasse os mesmos sapatos da defunta. Fetiche feelings. Cinderela se encaixava em todos os quesitos, então nada mais lógico do que casar com a própria filha. E lá se inclui incesto na lista do começo do post. A princesa foge do pai pelo mar em um armário de madeira (Cuma? Nárnia?), mas acaba trabalhando do outro lado do mundo como escrava na casa das irmãs malvadas. Haja imaginação!

Contos de Fadas - As histórias verdadeiras sem a Disney

E chegou a vez da queridinha subaquática da Disney: Ariel! A Pequena Sereia também teve origens obscuras e não teve um felizes para sempre. Depois de tomar a poção que transforma suas nadadeiras em pernas, o príncipe dá um pé na bunda da ex-sereia. Não contente em ter um final trágico, a poção tem um efeito colateral: a menina sentiria dor para sempre nos pés, como se pisasse em facas. Ariel pula no mar e “morre”, se transformando em espuma.  Credo! Cadê o ‘Contos de Fadas’ nessa história?

Contos de Fadas - As histórias verdadeiras sem a Disney

Gostaram? Apesar de tudo adoramos os filmes da Disney, mas é sempre bom entender que, as vezes, falta a fada madrinha nos contos de fadas!

Até a próxima,

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