[CRÍTICA] American Horror Story Hotel – Ep. 02 – Chutes and Ladders

Em American Horror Story Hotel…fantasmas e vampiros “respiram” o mesmo ar Pois é…Ryan Murphy retomou a temática que já acompanhamos na primeira temporada de American Horror Story: Murder House....

Em American Horror Story Hotel…fantasmas e vampiros
“respiram” o mesmo ar

Pois é…Ryan Murphy retomou a temática que já acompanhamos na primeira temporada de American Horror Story: Murder House. Fantasmas assombram o Hotel Cortez, entre eles o proprietário do local, Mr. James March (Evan Peters), que construiu o prédio em 1925. Com uma arquitetura alternativa, o prédio tem diversas passagens secretas, túneis e boas estruturas para esconder cadáveres. Em um tom fúnebre, com uma nova cena de necrofilia, Murphy dá um chute no estômago da audiência com segundo episódio de American Horror Story Hotel. Preparem-se para sangue, horror e putrefação. 

A onda de assassinatos segue na mira do policial John. Enquanto ele tenta descansar no hotel, novas visões assombram seu sono às 2h25 da manhã. Cansado, ele senta para tomar um drink com Iris que acaba contando a história da construção do hotel. Já com Sally, seu papo é mais pessoal e revelador, já que John conta a história do sumiço de seu filho…um menininho loirinho de terninho

Enquanto isso, Will Drake promove um desfile no lobby do hotel. O modelo destaque do evento é Tristan Duffy (Finn Wittock), um viciado em cocaína que atrai a atenção da ex-proprietária do hotel (Lady Gaga). Cansada de sua vida centenária e das noites de caça com Donavan, Tristan surge para ficar na vida da sangue-suga e, obviamente, lhe servir com muito prazer. 

Gabriel (Max Greenfield) ganha uma cama nova depois do abuso sofrido no primeiro episódio. É…uma “cama”. Bem, sedução, traição e novas revelações estão presentes no segundo episódio e a temporada segue intrigante, explícita e totalmente inadequada para menores de 18 anos ou aqueles que são “certinhos” demais. 

Até o próximo episódio.

Küsses, 

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Tatá Snow

“Crítica” de cinema – prefiro ‘analista de entretenimento’, fanática por comédias românticas e viciada em Sex and The City. Ah…#TeamCap

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