[CRÍTICA] American Horror Story Hotel – Ep. 5 – Room Service

Em American Horror Story Hotel o Room Service pode ser uma péssima escolha Ao chegar em um hotel sempre rola aquele mix de cansaço com ansiedade por respirar novos...

Em American Horror Story Hotel o Room Service
pode ser uma péssima escolha

Ao chegar em um hotel sempre rola aquele mix de cansaço com ansiedade por respirar novos ares e saber que aquela hospedagem pode mudar sua vida. Sendo tarde da noite, o hóspede liga para o Room Service e aguarda alguma delicatéssen para dar um up pós-viagem. A falsa sensação de poder, já que você paga para ser servido, pode ser naufragada em uma banheira de sangue quando a estadia em questão ocorre no Hotel Cortez

Um rosto familiar da família Glee aparece no quinto episódio de American Horror Story Hotel. Expelindo petulância, o jantar deste jovem será regado de atum com um toque azedo de julgamentos. E sim, muito sangue. Compreendemos um pouco da relação de Liz Taylor e Iris, que tem sua paciência testada ao longo do episódio. 

Do outro lado da história, Alex usa de sua nova condição para salvar a vida de uma criança, mas o resultado deste novo “tratamento” pode ser devastador e resultar em problemas para aqueles que não vivem o fantasioso mundo por dentro das misteriosas paredes do Hotel Cortez. Dramático né? Mas o tom do episódio é bem este mesmo. 

Levemente arrastando a história e se aproveitando do desenvolvimento apresentado de cada personagem até o momento, conhecemos o passado, ainda nada glamouroso, de Liz. Um quarentão pai de família leva uma rotina regrada e cheio de repreensões. Um belo dia, O Hotel Cortez recebe este executivo desiludido e proporciona sua maior realização: se sentir vivo! Quase como uma metáfora do que realmente rola dentro do hotel, nasce – de fato – Liz Taylor, a emblemática recepcionista da Condessa. 

O quinto episódio de American Horror Story Hotel abriu a porta para uma possível crise de novos imortais sem o controle da Condessa e foi um grande palco para Denis O’Hare dar seu show. De resto, esse lance vampirístico ainda incomoda. Ryan Murphy, qualé a tua cara? Mamãe e filhinho travesso dividindo caixão é tão ‘Entrevista com Vampiro‘ (1994), e vamos combinar que a Chloë Sevigny não tem 1/10 da sensualidade do Brad Pitt. Aff….

Küsses, 

Comente via Facebook!
Tatá Snow

“Crítica” de cinema – prefiro ‘analista de entretenimento’, fanática por comédias românticas e viciada em Sex and The City. Ah…#TeamCap

Categorias
Críticas

Ver também