[CRÍTICA] American Horror Story Hotel – Ep. 7 – Flicker

De volta a 1925, American Horror Story Hotel  revela um segredo psicótico de James March UAU! Nem sabemos por onde começar. O sétimo episódio de American Horror Story Hotel...

De volta a 1925, American Horror Story Hotel 
revela um segredo psicótico de James March

UAU! Nem sabemos por onde começar. O sétimo episódio de American Horror Story Hotel acaba de oferecer mais uma reviravolta na história. Com os episódios traumáticos na vida de John, o policial resolve se internar em um hospital psiquiátrico. Sua ex-esposa tenta convencê-lo de que não é uma boa escolha, mas John, mesmo confuso, ainda assim segue seu “instinto” investigativo e, obviamente, sua estadia no local tem um propósito. 

Conhecemos então Wren, uma jovem de terninho preto que está diretamente conectada ao tal assassino dos “Dez Mandamentos”. Em um momento de cumplicidade, a menina relata alguns detalhes sobre as mortes e confia em John para levá-lo até o  assassino. As coisas não vão rolar de forma natural e John tem que lidar com mais um imprevisto. 

Voltamos a 1925! Um set de filmagem nos apresenta ao  Rudolpho Valentino, um ator italiano, típico garanhão dos anos 20, que está em alta em Hollywood. Casado com uma falsa russa, Natacha Rambova, Encantando pela beleza de uma das atrizes do elenco, somos apresentados ao passado da Condessa, época em que ela ainda era ingênua e romântica. Após um ardente romance com o ator e sua esposa, Rudolpho é assassinado e a Condessa fica desolada…até ser salva por James March. 

De volta aos dias de hoje, a Condessa segue com o seu plano de se casar com Will Drake, o novo proprietário do Hotel Cortez. Ao se reencontrar com seu ex-marido em um jantar, ela revela ao  antigo dono do atual – atual fantasma camarada – que se casará de novo. March, em uma reviravolta surpreendente, revela que o amor da Sra. March de 1925 está no Hotel. 

Ao longo do episódio as revelações são apresentadas de forma surpreendente, levando a audiência à sofrer conforme os personagens são impactados com as surpresas. Pela primeira vez, em sete episódio, sentimos dó da Condessa e compreendemos parte de sua arrogância e petulância. Ainda assim as coisas estão confusas em American Horror Story Hotel. Valentino e Tristan são a mesma pessoa? É possível? Ou coincidência? Liz Taylor ficará tão confusa quando nós. Se a Condessa é a Sra. March, porque ambos seguem suas vidas separados? Se a Condessa seguiu sua vida após a “morte” de Valentino, a eternidade a transformou em uma pessoa amarga ou tudo faz parte de um jogo? 

Esse lance de fantasmas e vampiros assassinos, apesar de fascinante em alguns momentos, está cansativo. Faltam seis episódios para o final da temporada e ainda restam muitas dúvidas sobre o Hotel Cortez e suas criaturas. Apesar dos flashbacks serem bem filmados e produzidos, os fãs compreendem mais sobre o passado dos personagens do que o presente. Vamos Ryan Murphy, mostre mais da história! 

A série terá uma pausa de uma semana, preparados para sofrer? 

Küsses, 

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Tatá Snow

“Crítica” de cinema – prefiro ‘analista de entretenimento’, fanática por comédias românticas e viciada em Sex and The City. Ah…#TeamCap

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