Confira nossa crítica de Annabelle 3: De Volta Para Casa, o mais novo filme do universo de Invocação do Mal. 100% sem spoilers!

CRÍTICA | Annabelle 3: De Volta Para Casa

Confira nossa crítica de Annabelle 3: De Volta Para Casa, o mais novo filme do universo de Invocação do Mal. 100% sem spoilers!...

Annabelle 3: De Volta Para Casa traz o terror de volta ao universo de Invocação do Mal

James Wan, australiano de nascença e chinês de descendência, surgiu no cinema como uma mente criativa… para o suspense e o terror. Foi ele quem, aos 27 anos de idade, concebeu o perverso jogo de vida e morte da franquia Jogos Mortais. Seu nome e talento estão ligados a algumas franquias de terror  da atualidade como Sobrenatural, Invocação do Mal e seus spinoffs A Freira e Annabelle. Essa ultima conseguiu o que Chucky, personagem do filme Brinquedo Assassino (1988), não conseguiu: dar medo.

Sim, medo, uma vez que a maioria dos filmes desse gênero assustam mais do que provocam esse estranho momento dentro de uma sala escura, quando você sente um arrepio no pescoço e descobre que não é por causa do ar condicionado. E falo isso por que já assisti tantos filmes de suspense e terror, e medo dá a qualificação positiva para um bom filme do gênero.

E tudo isso graças a James Wan que assina o roteiro de Annabelle 3: De Volta Para Casa. Ele não abusa dos sustos tradicionais que você espera acontecer quando assiste um filme de suspense e horror. Você sabe que uma voltar a olhar para um ponto específico dentro de uma casa assombrado, geralmente vem um susto para pular da cadeira. Mas o medo não faz isso.

Annabelle 3: De Volta para Casa

Annabelle 3: De Volta para Casa traz o casal Ed e Lorraine Warren (Patrick Wilson e Vera Farmiga) visto em Invocação do Mal, como especialistas em sobrenatural e que mantém em sua casa uma bizarra coleção de itens dos casos que investigam e participam. E para a casa dos Warren que vai a Annabelle, uma boneca de porcelana que tem a capacidade de invocar forças do Mal e assim, corromper quem estiver à sua volta.

Mas os Warren não estão em casa durante um final de semana, quando  Mary Ellen (Madson Iseman), a babá da filha do casal, Judy (McKenna Grace),  organiza uma pequena festa para celebrar o aniversário da garota. Mas a bizarra curiosidade de Daniela (Katie Sarife) amiga de Mary Ellen, que quer saber mais sobre os famosos pais de Judy, leva esse trio, a uma jornada de terror.

Não dá para contar o motivo principal que leva Daniela a invadir o quarto especial onde os Warrens guardam os objetos que tem ligação com o sobrenatural. O fato é que se curiosidade matou o gato, Daniela não só deixa os poderes de Annabelle soltos para invocar qualquer tipo de pesadelo, como também descobre que sua própria curiosidade pode levar todos a um mortal fim de semana.

Daniela é aquele personagem clichê, que você sabe que vai meter todo mundo num perigo real e assustador. Mas sua motivação é que faz com que esse filme leve o espectador cada vez mais a ter medo do desconhecido. Um exemplo, sem spoiler: o desespero de recolocar a boneca novamente em seu local onde não pode prejudicar mais ninguém. Um desespero que entra na pela quando a boneca recebe uma “Ajuda” externa para continuar livre.

O mais interessante é que a sala de objetos sinistros é também uma fonte para ampliar a franquia de suspense e terror iniciada com Invocação do Mal (2013) e seguiu com o primeiro Annabelle, em 2014. E também faz lembrar a frase antológica da refilmagem de A Mosca, feito por David Cronenberg em 1986… Tenha Medo, Tenha muito Medo…

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Nota
9
Nota
  • Direção
    9
  • Roteiro
    9
  • Elenco
    9
  • Enredo
    9
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CriticasFilmes

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