[CRÍTICA] Arrow – Temporada 03 – Ep. 19 – Broken Arrow

Arrow se dispede de seu parceiro apaixonado por parkour. Antes de começar a resenha, vale ressaltar que, em nenhum momento, o título deste episódio de Arrow serve de homenagem...

Arrow se dispede de seu parceiro apaixonado por parkour.

Antes de começar a resenha, vale ressaltar que, em nenhum momento, o título deste episódio de Arrow serve de homenagem para aquele filme de ação do John Woo estrelando John Travolta e Christian Slater.

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Ao contrário de muitas adaptações de quadrinhos, Arrow sempre começou com um Oliver Queen chegando em Starling City como um guerreiro treinado. Raros foram os desafios fisícos que de fato conseguiriam derrota-lo. Existe um lance meio somente o arqueiro poderá derrotar o arqueiro, por isso que a série sempre apostou em momentos de introspecção pesada e discursos motivacionais de Diggle ou Felicity para manter o herói motivado. Apesar de antagonistas de peso como Malcolm Merlyn e Slade Wilson, Ra’s al Ghul é uma categoria completamente diferente. Sua presença é monstruosa, seus recursos infinitos e seu desejo lei, cada episódio deixa Oliver com menos recursos para enfrentar a Cabeça do Demônio e cada momento ele se vê com menos aliados.

Chega a vez de Roy, que enquanto preso sob a identidade de Arrow, impede que Oliver saia na rua para “vigilantear”, afinal, se o capuz verde for pego, o plano de proteger sua identidade vai por água abaixo (vamos ignorar que ele poderia literalmente usar qualquer outro uniforme). Entra Ray Palmer, o único vigilante em Starling que pode impedir um meta-humano que se encontra em Starling City (provavelmente para roubar um caminhão forte, como todos eles). Palmer, com sua armadura Eléktron, confia demais na tecnologia e na inteligência e acredita que o tal instinto de combate de Oliver algo desnecessário (aliás, esse lance de Tony Stark light do Brandon Routh está começando a irritar um pouco).

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Naturalmente, o primeiro round contra “Deathbolt” termina em derrota, e tanto Oliver quanto Ray precisam aprender a colaborar para derrotar a ameaça. Ray vai em campo com Oliver controlando a armadura remotamente usando toda a tecnologia de Just Dance 2015 para o Kinect. Os heróis viram BFFs, o vilão é derrotado e tudo vai bem. Exceto aquela parte que a kriptonita do Arqueiro é a famigerada introspecção.

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Roy é esfaqueado na prisão, naturalmente, tudo parte do plano de forjar sua morte e livrar todo mundo da barra. Oliver perde um precioso aliado, a série perde Colton Haynes e vamos ver quem futuramente preencherá o tão importante papel de “modelo Abercrombie com olhar vagamente confuso que ocasionalmente faz parkour”. É seu Oliver… a água tá subindo, ainda mais que Thea Queen recebe uma visita extremamente violenta de um certo Cabeça do Demônio.

Até  a próxima!

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Editor-chefe da Freakpop. Adora cinema, mas odeia a palavra cinéfilo. Leu quadrinhos demais na vida e tem uma capacidade muito limitada de entender a realidade. Tudo que não explica com Máquina Mortífera, explica com Highlander. Sabe tudo sobre Soul Reaver e Crônicas de Gelo e Fogo. Seu signo é estegossauro.

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