[CRÍTICA] Atividade Paranormal: Dimensão Fantasma – Preparados para rir?

Atividade Paranormal – Dimensão Fantasma: novo capítulo da franquia de terror erra a mão e arranca risadas Em 2007, Atividade Paranormal chegou confundindo a galera (os mais incautos, claro):...

Atividade Paranormal – Dimensão Fantasma:
novo capítulo da franquia de terror erra a mão
e arranca risadas

atividade-paranormal-dimensao-fantasma-3d-critica-freakpop-01Em 2007, Atividade Paranormal chegou confundindo a galera (os mais incautos, claro): é ficção ou história real? Enquanto o precursor da saga conseguiu arrancar momentos de tensão e alguns sustos, suas sequências deixaram a desejar. A mais nova, Dimensão Fantasma, sai da fórmula do sutil e fantasmas mais bobinhos e aposta em algo mais “visceral”, mais na cara, no melhor estilo: reclamou que não tinha fantasma? Agora toma!

A família composta por Ryan (Chris J. Murray), Emily (Brittany Shaw), a filha Leila (Ivy George), o tio Mike (Dan Gill), e a amiga-que-veio-do-nada Skyler (Olivia Taylor Dudley), estão confinados na casa que as irmãs Katie e Kristi cresceram após os eventos de Atividade Paranormal 3, e encontram uma caixa com uma filmadora muito bizarra e fitas VHS com espécies de sessões com as meninas na década de 80/90.

Alardeando a estreia em 3D, o efeito só acontece mesmo quando as gravações ficam por conta da filmadora sinistra, que registra (em tese) as atividades paranormais, o que câmeras comuns nos filmes anteriores faziam sem problemas. O problema maior nem é o 3D, mas sim personagens bem truncados. O primeiro ato, o das descobertas, é parado e arranca mais risadas do que sustos. Ryan e Mike fazem uma dupla estranhamente divertida, mas no sentido de bobões. A mãe mal interpreta algo e a amiga que sabe lá de onde veio tem respostas tiradas do chapéu sobre fotografias fantasmas e energia, blá blá blá. Ps: existe alguém realmente que ganha a vida mudando os móveis de acordo com Feng Shui?

A única que salva o elenco é a pequena Leila e suas risadinhas sinistras. Será que temos uma nova Jodele Ferland no cenário? Leila chama a atenção de Toby, um amigo “imaginário” que se materializa aos poucos, como uma ebulição de ectoplasma lá pelo segundo ato, que pode ser resumido em cenas tédio, cenas engraçadas, sustos previsíveis e correria desenfreada, que leva ao terceiro ato “pelamor” termina logo.

Vale a pena ver? Se for um fã da franquia Atividade Paranormal e quiser entender os motivos de tudo o que acontece desde o primeiro filme, então sim, vale a pena – pois estranhamente conseguem amarrar até que bem os acontecimentos entre os filmes 1, 2 e 3. Mas não espere grandes sustos, prepare-se para dar boas risadas porque sim, personagens em filmes de terror são burros e, nesse caso, têm uma necessidade doentia de filmar tudo o que acontece (mesmo antes das assombrações começarem).

Dirigido por Gregory Plotkin (Atividade Paranormal, filmes 2, 3 e 4)o quinto filme da franquia estreia dia 22 de Outubro nos cinemas brasileiros. 

Até a próxima,

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