[CRÍTICA] Bruxa de Blair – mais floresta, mais perseguição e muita tensão

A Bruxa de Blair volta repaginada em 2016, com uma dose certa de tensão e história bem bolada. Prontos para mais um terror? Em 1999, a Bruxa de Blair...

A Bruxa de Blair volta repaginada em 2016, com uma dose certa de tensão e história bem bolada. Prontos para mais um terror?

a-bruca-de-blair-critica-03Em 1999, a Bruxa de Blair chegou lançando tendência: o estilo found footage. Depois de muita tremedeira, ganhamos a continuação do primeiro (vamos esquecer aquele horrível “segundo”, ok?), e  Bruxa de Blair: A História Nunca Contada surpreende com a volta de um grupo de adolescentes/adultos (mais adultos do que qualquer coisa) em busca de Heather, a irmã mais velha de James (James Allen McCune). Depois que uma filmagem cai na internet com a suposta aparição de Heather, James junta-se a Peter (Brandon Scott), Lisa (Callie Hernandez) e Ashley (Corbin Reid).

Com equipamentos mais fod***ticos, um uso bem inteligente da tecnologia do século 21, roteiro bem desenhado e tensão na medida certa, Bruxa de Blair não é mais sobre estar perdido na floresta em um corre-corre danado. O BO de agora é estar perdido E ser perseguido por algo que não se vê. Tipo na primeira temporada de Lost (2004), sabe? Isso só dá aquele tempero para a trama, que conta com mais cuidado quem seria a bruxa, além de outra lenda contada pelos locais Lane (Wes Robinson) e Talia (Valorie Curry), que vão na aba do grupo para explorar a floresta e procurar Heather.

Ok, você jura que a menina está viva, né? É impossível não gritar para a tela: seu burro, tome tento! Lógico que ela está morta!!! Mas não, James insiste em subir as escadas ao invés de correr para a porta, sabe? E nessa o bando se lasca, ÓBVIO. Lisa protagoniza uma cena de dar angústia em quem tem problemas com lugares fechados (está no trailer, relaxa que não é spoiler), que nem a Scarlett (Perdita Weeks) em Assim na Terra como no Inferno (2014).

Mais coerente do que outros filmes do gênero e estilo, Bruxa de Blair é simples, não procura inventar a roda, ter uma reviravolta “rocambulesca” e, em sua simplicidade, entrega um bom filme recheado de tensão, clima pesado e bruxarias sutis. Vá ao cinema prestigiar esse fenômeno, vale super a pena.

O longa entrou em cartaz no dia 15 de setembro nos cinemas.

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