CRÍTICA | BugiGangue no Espaço – O Brasil aposta na animação digital

BugiGangue no Espaço apresenta uma aventura brasileira para a criançada Originalmente visto no jogo Gustavinho em o Enigma da Esfinge do Ale McHaddo, a BugiGangue é uma turminha de...

BugiGangue no Espaço apresenta
uma aventura brasileira para a criançada

BugiGangue no EspaçoOriginalmente visto no jogo Gustavinho em o Enigma da Esfinge do Ale McHaddo, a BugiGangue é uma turminha de personagens que tem sido cultivada pelo diretor há muito tempo. Finalmente seus personagens estreiam em seu primeiro longa metragem em BugiGangue no Espaço.

A BugiGangue vai para o infinito e além

Gustavinho (Danilo Gentili) e seus amigos estão preocupados com os trabalhos da escola quando se deparam com um grupo de ETzinhos atrapalhados chamados Invas. Eles são os únicos que conseguiram escapar da invasão do vilão Gana Golber que tomou controle da Confederação dos Planetas. O protagonista, junto com seus amigos e sua irmã caçula Fefa (Maísa Silva), embarcam em uma aventura intergalática. Ao longo do caminho, fazem novos aliados como o alienígena “mineirin” Varginha e seu Chupa Cabra de estimação.

Apesar de ter conquistado o mérito de ser o país com o primeiro longa-metragem feito inteiramente em computação digital com Cassiopéia, o Brasil levou 21 anos para ter mais um filme nestes moldes. BugiGangue no Espaço sofre um pouco no aspecto visual quando comparado com os estúdios mais abonados dos EUA, mas não perde charme e não abre mão de criar uma aventura divertida e acessível para a criançada.

Muitos filmes que buscam conquistar o público infantil narram as tramas em um ritmo frenético deixando a criançada um pouco confusa. O BugiGangue entende que a prioridade aqui é animar os mais jovens. É claro que o diretor aproveita a deixa para inserir diversas referências divertidas para animar os pais nerds na plateia.

Vale a pena? A criançada com certeza vai adorar e, considerando a árdua missão que é produzir um filme nacional que fuja dos moldes “comediante popular imitando clichê da Sessão da Tarde”, criar um longa metragem em animação digital com trilha sonora orquestrada é praticamente um milagre em si.

Até a próxima!

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Editor-chefe da Freakpop. Adora cinema, mas odeia a palavra cinéfilo. Leu quadrinhos demais na vida e tem uma capacidade muito limitada de entender a realidade. Tudo que não explica com Máquina Mortífera, explica com Highlander. Sabe tudo sobre Soul Reaver e Crônicas de Gelo e Fogo. Seu signo é estegossauro.

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