[CRÍTICA] DC´s Legends of Tomorrow – T01E02 – “Pilot, Part 2”

A segunda parte do piloto de DC´s Legends of Tomorrow melhora na abordagem Existem dois caminhos para analisar o segundo episódio de DC´s Legends of Tomorrow: o primeiro é sob...

A segunda parte do piloto de DC´s Legends of Tomorrow
melhora na abordagem

Existem dois caminhos para analisar o segundo episódio de DC´s Legends of Tomorrow: o primeiro é sob a promessa da série entregar cenas de ação com a grandiosidade dos quadrinhos, o segundo é com o desenvolvimento dos personagens, seu entrosamento e o peso dramático que isso pode trazer. A segunda parte do piloto atende metade.

Ainda em 1970, nossos heróis descobrem que Vandal Savage estará envolvido em um leilão de mercado negro de uma ogiva nuclear. Em um galpão no meio da Scandinavia, eles se infiltram em uma reunião com diversos grupos criminosos, até com direito à uma participação especial de Neal McDonough no papel de Damien Darhk. Rapidamente, os heróis são descobertos e sucede uma cena de ação cheia de efeitos especiais e de escala raramente usada nas séries do Arrowverso. A arrogância e sede de aventura de Martin Stein causa a descoberta do grupo, mas é a inexperiência de Ray Palmer que complica a situação ao deixar um pedaço de seu traje extremamente tecnológico cair nas mãos de Savage. Segundo Rip Hunter, se os cientistas de Savage conseguirem reverter a engenharia por trás da tecnologia do Eléktron, ele conseguirá adiantar a sua campanha de guerra em décadas.

Enquanto tudo isso acontece, os Gaviões ficam afastados da ação, contemplando a morte de seu filho, um cientista que foi concebido em uma encarnação anterior, brutalmente morto pelas mãos de Savage. É uma premissa bastante interessante, mas é uma pena que a falta de envolvimento emocional e contexto dos heróis deixam essa história tão apagada. A dinâmica entre o Gavião Negro lembrar suas vidas passadas e a Mulher Gavião não ter esta habilidade nesta encarnação é tirada diretamente dos quadrinhos, mas falta fôlego para deixar este tipo de drama funcionar. Não que isto vai ser algo que vai perdurar muito pela série, já que neste episódio Carter Hall já morre.

Os momentos de boas interações e química entre os personagens, um dos maiores trunfos de The Flash, são raros e pouco marcantes, um fator que contribui para a forçar a boa vontade dos fãs, mas ainda estamos na torcida para ver algo melhor.

Até  a próxima!

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Editor-chefe da Freakpop. Adora cinema, mas odeia a palavra cinéfilo. Leu quadrinhos demais na vida e tem uma capacidade muito limitada de entender a realidade. Tudo que não explica com Máquina Mortífera, explica com Highlander. Sabe tudo sobre Soul Reaver e Crônicas de Gelo e Fogo. Seu signo é estegossauro.

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