[CRÍTICA] DC’s Legends of Tomorrow – T01E04 – White Knights

DC’s Legends of Tomorrow vai para a Guerra Fria mais morna da televisão DC’s Legends of Tomorrow vai para mais uma época pouco interessante e reforça que ainda falta...

DC’s Legends of Tomorrow vai para a Guerra Fria mais morna da televisão

DC’s Legends of Tomorrow vai para mais uma época pouco interessante e reforça que ainda falta muito para a série ganhar fôlego com a premissa de viagem no tempo. Apesar de dramas na Guerra Fria sempre serem recheados de intriga e aventura, ainda falta algo para tornar a proposta do terceiro projeto dentro do Arrowverso algo mais chamativo.

Parte do episódio mostra a equipe invadindo o Pentágono para roubar informações, a direção é divertida e segue a fórmula a la 11 Homens e o Segredo, um clichê que ainda não perdeu completamente suas boas vindas. Espere momentos como um dos personagens disfarçado de oficial do exército, um como faxineiro e jogadas rápidas de mãos ladinas e passadas de cartões de identificação roubadas.

Toda esta introdução, leva os personagens para a segunda parte do episódio. Na União Soviética, cientistas manipulados por Vandal Savage começaram a trabalhar na misteriosa Operação Svarog, uma tentativa russa de desenvolver uma Matriz Firestorm e criar um exército de Nucleares. Aqui, entra Ray e Leonard para fazer o bom e velho jogo de espiões e tentar descobrir o que está por trás da operação seduzindo Valentina Vostok, a cientista líder do projeto.

Mestre do Tempo Druce aparece indicando que Rip Hunter está marcado para a morte por ter violado as leis de sua ordem. A cena inteira é retratada de forma a chocar que Druce faria isso com Rip, mas como não temos conhecimento nenhum de seu relacionamento prévio, o drama fica um pouco raso.

DC’s Legends of Tomorrow já está em seu quarto episódio e continua longe de entregar o prometido. O episódio contou com bons momentos especialmente graças a Leonard Snart e seu charme frio, mas a cenografia pouco marcante, a falta de criatividade para explorar os anos 80 e a falta de entrosamento entre os personagens continua pesando na qualidade.

Até a próxima!

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Editor-chefe da Freakpop. Adora cinema, mas odeia a palavra cinéfilo. Leu quadrinhos demais na vida e tem uma capacidade muito limitada de entender a realidade. Tudo que não explica com Máquina Mortífera, explica com Highlander. Sabe tudo sobre Soul Reaver e Crônicas de Gelo e Fogo. Seu signo é estegossauro.

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