[CRÍTICA] DC’s Legends of Tomorrow – T01E06 – Star City 2046

DC’s Legends of Tomorrow visita o futuro Star City, 2046. A cidade encontra-se em ruínas, o filho de Slade Wilson, Grant, assume a identidade de Deathstroke de seu pai...

DC’s Legends of Tomorrow visita o futuro

Star City, 2046. A cidade encontra-se em ruínas, o filho de Slade Wilson, Grant, assume a identidade de Deathstroke de seu pai e lidera um exército que destruiu a cidade, os aliados e a família de Oliver Queen. Os heróis de DC’s Legends of Tomorrow chegam neste futuro distópico e se deparam com um novo Arqueiro Verde.

É uma premissa cheia de promessa, mas a falta de orçamento fica bastante aparente em alguns momentos. Em Star City 2046 visitamos basicamente as mesmas ruas que Arrow já mostrou incansáveis vezes, porém com um monte de lixo entulhado. Fica difícil decidir se houve uma grande batalha ou é a madrugada após um carnaval de rua. O misterioso Arqueiro jovem é o filho de John Diggle, John Diggle Jr., que por não ter conseguido salvar o pai, trocou seu nome para Connor Hawke. Uma fuga interessante dos quadrinhos, onde Hawke é o filho de Oliver Queen, trazendo um elemento de diversidade para o personagem. É uma pena que o nome “Connor Hawke” é entuchado no roteiro com uma preguiça que beira a meta-humana. Ele assumiu o capuz verde depois que Oliver perdeu um braço e sumiu do mapa.

Apesar de ser somente um possível futuro e nada ser definitivo, Sara se sente compelida a encontrar Oliver e convencê-lo de voltar a ativa. Stephen Amell aparece com maquiagem de velho e uma barba que remete o visual clássico de seu personagem nos quadrinhos, mas não convence muito bem. Amell ainda é jovem e sua linguagem corporal não convence que ele está interpretando um velho derrotado pela vida e pelo tempo.

Leonard Snart continua seu caminho rumo ao lado dos anjos quando se irrita com Mick Roryque e acredita estar no paraíso. Star City se tornou uma terra sem lei controlada por criminosos, um mundo perfeito para Rory e uma fonte de conflito entre ambos os personagens, especialmente com o Capitão Frio, que cada vez mais questiona se o crime realmente compensa.

Kendra continua largada em algum canto, com Ray e Jax competindo por sua atenção formando um triângulo amoroso que garante algumas cenas divertidas, mas incomoda por, novamente, deixar uma personagem central sem presença.

DC’s Legends of Tomorrow começa a ficar interessante aqui, mas ainda falta um pouco de substância e desenvolvimento de personagem.

Até a próxima!

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Editor-chefe da Freakpop. Adora cinema, mas odeia a palavra cinéfilo. Leu quadrinhos demais na vida e tem uma capacidade muito limitada de entender a realidade. Tudo que não explica com Máquina Mortífera, explica com Highlander. Sabe tudo sobre Soul Reaver e Crônicas de Gelo e Fogo. Seu signo é estegossauro.

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