[CRÍTICA] DC’s Legends of Tomorrow – T01E13 – “Leviathan”

DC’s Legends of Tomorrow aposta em grandes visuais Vamos combinar, DC’s Legends of Tomorrow ainda precisa comer muito arroz com feijão para chegar no nível de espetáculo visual de...

DC’s Legends of Tomorrow aposta em grandes visuais

Vamos combinar, DC’s Legends of Tomorrow ainda precisa comer muito arroz com feijão para chegar no nível de espetáculo visual de seus irmãos The Flash e Supergirl. Mesmo com um número maior de super poderes na tela, raramente a série usou seu elenco para impressionar. Como havíamos falado no episódio anterior, as vezes alguns capítulos ficam de tapa buraco para economizar verba para o próximo. É o caso de Leviathan, que aproveitou que a bolsinha de moedas estava mais pesada e entregou uma trama mais empolgante e com visuais marcantes.

Os heróis viajam para 2146, o ano que a família de Hunter é assassinada durante a batalha de conquista de Vandal Savage. Sem pistas sobre sua presença no passado, o time decide tentar enfrenta-lo no auge de seu poder. Londres está completamente assolada pela guerra. Nesta era, Savage tem uma filha chamada Cassandra, uma guerreira tão habilidosa e implacável quanto o pai. Ela vira alvo da equipe quando descobrem que ela possui o bracelete de Shayera, que pode ser utilizado para terminar de vez o reinado de terror do vilão principal.

Ao contrário da já tradicional baderna, desta vez os heróis parecem estar mais coordenados se aliando aos refugiados, que formaram uma espécie de resistência final contra Savage. Snart acaba convencendo Cassandra que seu pai, o tirano milenar com uma lista de mortes que se escrita só cabe em rolo de papel higiênico e que está liderando uma campanha genocida em escala global, no fundo, talvez, não seja exatamente um cara bacana.

Mas o verdadeiro destaque ainda é a gigantesca batalha entre o robô de Savage, Leviathan e Ray Palmer que altera sua armadura Eléktron para crescer ao invés de encolher. Os efeitos visuais são aquele CGI semelhante aos utilizados em The Flash, que evidentemente não são incríveis, mas com a jogada de luz certa fica bacana. A luta é bem legal e traz pela primeira vez (diga-se de passagem no fucking décimo terceiro episódio da temporada) a escala que imaginamos que DC’s Legends of Tomorrow ia tomar.

Até a próxima!

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Editor-chefe da Freakpop. Adora cinema, mas odeia a palavra cinéfilo. Leu quadrinhos demais na vida e tem uma capacidade muito limitada de entender a realidade. Tudo que não explica com Máquina Mortífera, explica com Highlander. Sabe tudo sobre Soul Reaver e Crônicas de Gelo e Fogo. Seu signo é estegossauro.

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