CRÍTICA | Era Uma Vez Um Casamento (Netflix) - Forçado ao extremo!

Parece um pornô softcore....

Era Uma Vez Um Casamento chegou na Netflix e está na categoria errada 

Mais um filme de Natal na área, gente! Desta vez investimos na “comédia romântica” Era Uma Vez Um Casamento. Aqui, conhecemos Kelsey (Jocelyn Hudon) uma atrapalhada jovem que tenta engrenar na carreira de organizadora de casamento. Sua primeira cliente é sua prima Emily (Rebecca Dalton) cuja mãe, tia de Kelsey, é bem linha dura e mandona. Tudo está caminhando bem, até o ex-namorado de Emily aparecer na festa de noivado. Kelsey tem alguns embates com a presença de Connor (Stephen Huszar) já que ele está investigando o noivo de Emily.

Não é uma comédia romântica, é quase um pornô softcore

Vamos por parte. A história é óbvia: Kelsey vai se apaixonar pelo ex da prima. Até aqui, tudo bem. O problema é que o clima do longa é tomado por aparições misteriosas de Connor e seu tipão Macho Hetero de Barba Gostoso™, a lá Christian Grey, que traz um clima de pornô para o filme.

A todo instante ele esconde segredos, solta olhares sexy para a jovem Kelsey, tenta atraí-la com sua sedução barata e seu estereótipo de mandão nos leva a crer que, na cena seguinte, eles vão transar loucamente de roupa, tipo aquelas produções eróticas do Cinemax, ou o clássico Cine Privê da Band, que passavam de madrugada.

Para quem não sabe, pornô softcore só espreita a tensão sexual, mas não tem nada explícito. E por mais que em Era Uma Vez Um Casamento não tenha nenhuma cena de sexo, o casal principal vive essa tensão sexual o tempo todo e é MUITO cafona.

Era Uma Vez Um Casamento – o desenrolar da história

Bem, o casamento de Emily está bem organizado, mas Connor investiga uma suposta traição do noivo de Emily com a moça da loja do vestido de casamento dela. Olha o babado! Enquanto isso, Kelsey não quer entrar nessa investigação com o ex da prima, mas acaba cedendo. Os dois vivem uma aventura como espiões, o caso é resolvido e eles brigam.

Chegamos então ao dia do Natal. Uma grande revelação muda a vida de Emily, o casamento é cancelado e a casa cai. Mas como não podemos perder toda a produção investida pela tia chata e mãe da noiva, que tal se Kelsey perdoar Connor se casando com ele?

Pois é… três dias juntos, um beijo trocado, muita sedução barata e um casamento glamouroso encerra mais esta comédia romântica desastrosa.

Vale a pena? 

Não né! Mas se você realmente quiser conferir Connor Grey e Kelsey Steele brincando de Bonnie e Clyde numa véspera de Natal, boa sorte! O longa já está disponível na plataforma!

E se quiserem outra bomba pra ver, segue sugestão abaixo:

Küsses,

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Tatá Snow

“Crítica” de cinema – prefiro ‘analista de entretenimento’, fanática por comédias românticas e viciada em Sex and The City. Ah…#TeamCap

Nota:
3.5
Nota:
O bom
  • Nada....... rs
O ruim
  • Esse mocinho com tip]ao vilão não funciona!
  • A Kelsey é a típica menina atrapalhada
  • TODOS OS CLICHÉS DO MUNDO JUNTOS!
  • Direção
    5
  • Elenco
    2
  • Roteiro
    2
  • Produção / Fotografia
    5
Categorias
CriticasFilmes

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