Confira nossa crítica da segunda temporada de Happy! Uma das melhores e mais malucas séries disponíveis da Netflix. Confira o que achamos de Feliz!

CRÍTICA | Happy! - Temporada 02

Confira nossa crítica da segunda temporada de Happy! Uma das melhores e mais malucas séries disponíveis da Netflix. Confira o que achamos de Feliz!...

Happy! (Feliz!) segue como uma das séries mais malucas já feitas

Happy foi uma grata surpresa. A série, baseada na graphic novel de Grant Morrison era diferente de tudo na televisão. Um ritmo frenético, uma premissa absurda, cenas de ação impecáveis e um roteiro totalmente imprevisível. Na primeira temporada acompanhamos Nick Sax (Christopher Meloni), um ex-policial violento, beberrão e viciado em drogas que conhece Happy (Feliz – interpretado por Patton Oswalt), um simpático unicórnio azul alado que trabalha como amigo imaginário de uma garotinha que foi sequestrada por um serial killer que se veste de papai noel. Some tudo isso um reality show de esposas da máfia, uma entidade demoníaca misteriosa e um apresentador de programas infantis que praticamente controla o mundo e você tem a receita para algo verdadeiramente único.

Happy! – Temporada 2

Na segunda temporada, Nick largou (na medida do possível) álcool e drogas. Ele está tentando ser um pai mais dedicado para Hailey (Bryce Lorenzo) e se manter longe de problemas. Naturalmente, esta paz não dura muito. Sonny Shine (Christopher Fitzgerald) quer repetir o “sucesso” de ter um serial killer natalino na época de festas para a Páscoa. Para tal, recruta Smoothie (Patrick Fischler) para cometer atrocidades enquanto se veste de coelho BDSM.

Além disso, Blue (Ritchie Coster) está na cadeia e é possuído por Orcus, um semideus da Morte que tem relações misteriosas com os amigos imaginários. Como sempre, é um verdadeiro prazer escrever a sinopse de uma temporada de Happy!.

O roteiro segue imprevisível e a ação marcante. Existe bizarrice suficiente nesta segunda temporada para impressionar até quem já se acostumou com a premissa e universo de Happy!. Porém, nem tudo funciona, existem momentos que o ritmo arrasta um pouco e a narrativa perde o foco. Brian Taylor, um dos criadores da série, está acostumado com projetos bastante frenéticos e não parece saber o que fazer quando a trama pede um respiro. Em um determinado momento da temporada Happy e Nick se separam para seguir histórias paralelas e é nítido que o núcleo da trama só funciona a partir da química do elenco central, e não funciona quando eles não podem contracenar entre si.

Fora isso? É uma verdadeira lástima que o ScyFy cancelou esta série nos EUA. Será que seria o caso da Netflix repetir Lucifer e dar pelo menos mais uma temporada para Happy!? Tem potencial.

A segunda temporada de Happy! já está disponível na Netflix.

Até a próxima!

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Nota
8.5
Nota
O bom
  • Sonny Shine é um dos vilões mais asquerosos já criados pra televisão.
O ruim
  • Não é uma série para quem tem estômago sensível.
  • Direção
    9
  • Roteiro
    8
  • Elenco
    9
  • Enredo
    8
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