Confira nossa crítica de Jessica Jones Temporada Final. Nossa crítica brutalmente sincera sobre uma série que morreu na praia e ninguém se importa.

CRÍTICA | Jessica Jones - Temporada Final - Os Defensores chegam ao fim

Confira nossa crítica de Jessica Jones Temporada Final. Nossa crítica brutalmente sincera sobre uma série que morreu na praia e ninguém se importa....

Após cinco séries, diversas temporadas, a era Marvel na Netflix chega ao fim com a última temporada de Jessica Jones. O que podemos dizer sobre a temporada que encerrou a jornada no streaming?

É ruim.

“Nota do editor: Bruce, acho que sua crítica ficou um pouco curta. Consegue dar uma elaborada? Att, Tatá.”

É ruim porque é chato.

“Nota do editor: Um pouco melhor, mas muito pouco. Eu preciso que você seja mais detalhado! Att, Tatá.”

“É ruim porque é chato. Onde já se viu fazer uma série de uma super heroína detetive e ela nem faz coisa de super herói nem coisa de detetive?”

“Nota do editor: Acho que você está sendo um pouco injusto com a série. Não acha?”

Não.

“Nota do editor: Ou você escreve uma crítica decente, ou vou te obrigar a reassistir Defensores.”

A terceira temporada de Jessica Jones é uma total perda de tempo. Não existe nenhum desenvolvimento de personagem genuíno. A trama, desprovida de um antagonista marcante ou temática coerente cria uma narrativa insossa e desinteressante que faz muito pouco pra prender a atenção da audiência ou dar um desfecho merecido para este pequeno universo começado com Demolidor.

Na temporada final, Jessica Jones se faz mais presente como vigilante. Ela conhece Erik, um empata que usa de suas habilidades para chantagear criminosos e Gregory Salinger, um serial killer e a pior adaptação possível do Foolkiller. Ele é uma analogia preguiçosa de ativistas masculinos e comentaristas tóxicos na internet, mas tão subdesenvolvido que eu posso estar especulando só pra fazer volume no texto.

Trish Walker ganha super poderes e vira uma vigilante assassina e descontrolada porque ela foi negligenciada pela mãe na infância. Jeri Hogarth continua fazendo coisas sem escrúpulos porque precisam rechear 13 episódios. Ambos os núcleos agregam muito pouco à trama até chegar no desfecho final onde pelo menos a Trish tem algum tipo de envolvimento. Nada muito interessante acontece na temporada final e você vai imediatamente esquecer o que viu assim que terminar o último episódio.

Em suma, é ruim porque é chato.

“Nota do editor: Quando puder, passa aqui no meu escritório. Att, Tatá.”

Comente via Facebook!
Nota:
1.8
Nota:
O bom
  • Pelo menos acabou né?
O ruim
  • A saudades de Demolidor tá apertando o peito.
  • Direção
    1
  • Roteiro
    2
  • Elenco
    3
  • Enredo
    1
Categorias
CríticasSéries

Ver também