CRÍTICA | John Wick: Um Novo Dia Para Matar

O “Bicho Papão” está de volta em John Wick: Um Novo Dia Para Matar De Volta Ao Jogo foi uma das grandes surpresas de 2014. No filme, conhecemos John...

O “Bicho Papão” está de volta em
John Wick: Um Novo Dia Para Matar

John Wick: Um Novo Dia Para MatarDe Volta Ao Jogo foi uma das grandes surpresas de 2014. No filme, conhecemos John Wick, um ex-assassino de aluguel com reputação lendária que volta à ativa para vingar a morte de seu cachorro e o roubo de seu carro.

A premissa minimalista caiu como uma luva para jogar o implacável anti-herói em uma dança de carnificina, que resultou em uma contagem de corpos a la Rambo, e um dos longas de ação mais interessantes dos últimos tempos. Este ano, o “Baba Yaga” está de volta em John Wick: Um Novo Dia Para Matar.

Um Novo Dia Para Matar

Depois de finalmente recuperar seu precioso carro e exterminar mais alguns russos do filme anterior, John Wick (Keanu Reeves) está pronto para retomar a rotina, inclusive com um cachorro novo.

Tudo vai bem até receber uma visita de Santino D’Antonio (Riccardo Scamarcio), um figurão da Camora que almeja uma cadeira na Cúpula, o grupo de 12 líderes de facções criminosas que lidera a organização misteriosa que John fazia parte. Em suas mãos ele possui a Promissória, um juramento de sangue de John que o compele a aceitar uma última missão. Naturalmente, a missão envolve competir com malária para ver quem mata mais gente.

O que tornou o primeiro longa diferente dos demais filmes do gênero “ator quarentão indestrutível” era a produção cinematográfica caprichada e o currículo impressionante de filmes homenageados como o Círculo Vermelho de  Jean-Pierre Melville, À Queima Roupa de John Boorman, The Killer de John Woo e uma dose saudável de spaghetti westerns. Um Novo Dia Para Matar não é tão visceral quanto seu antecessor, investindo um pouco mais de tempo para expandir a mitologia do Hotel Continental e os ritos dos assassinos, criando uma trama mais elaborada. Mas quando começa o tiro, porrada e bomba agradeça que o sangue não voa na plateia.

John Wick 2 tem um roteiro que remete um pouco aos dramas policiais de Hong Kong. Ao contrário do primeiro que mostrava um conflito único que escalava até o final do filme, a trama da continuação investe em reviravoltas e surpresas para o assassino enfrentar.

Se você é fã do primeiro filme, pode assistir Um Novo Dia Para Matar sem dó (exatamente como John Wick faria). Keanu continua em plena forma e, naturalmente, qualquer longa que faz homenagem à cena icônica do Operação Dragão de Bruce Lee merece 6 estrelas. Infelizmente nosso site só vai até 5.

Até a próxima!

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Editor-chefe da Freakpop. Adora cinema, mas odeia a palavra cinéfilo. Leu quadrinhos demais na vida e tem uma capacidade muito limitada de entender a realidade. Tudo que não explica com Máquina Mortífera, explica com Highlander. Sabe tudo sobre Soul Reaver e Crônicas de Gelo e Fogo. Seu signo é estegossauro.

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