CRÍTICA | Terceiro filme da saga Johnny English chega nos cinemas

Nosso super agente está de volta!

Johnny English 3.0 chega nos cinemas com muito humor e novas atrapalhadas

A Inglaterra está sob ataque. Um hacker conseguiu expor todas as identidades dos agentes secretos do país. Nessas, somente um agente aposentado poderá ajudar a Terra da Rainha e acabar com esse ataque cibernético. Johnny English (Roman Atkinson) está de volta!

Johnny English 3.0

Terceiro filme da franquia chega nos cinemas com clima de “Sessão da Tarde”. Johnny está aposentado e trabalha como professor. Obviamente que ele não leciona de forma tradicional e aproveita o tempo com os alunos para dar aulas de combate, perseguição, classe e elegância e como se safar dos inimigos.

Começamos nossa aventura conhecendo este agente aposentado. Com saudades dos tempos áureos como agente do governo, Johnny sabe como se divertir mesmo longe de grandes vilões. Com o ataque cibernético no país, ele é chamado pela Primeira Ministra (Emma Thompson) que se dá por convencida de Johnny ser sua única salvação nesta missão.

De volta a Londres, English começa sua investigação com seus métodos já antiquados e vai pra rua ao lado de Bough (Ben Miller), seu fiel escudeiro e parceiro de trabalho. Juntos, eles viajam para França e começam uma investigação cheia de atrapalhadas e precisam, também, lidar com uma misteriosa figura chamada Ophelia (Olga Kurylenko). O clima do filme é de diversão e absurdos, levando a audiência a relaxar.

Vale a pena?

Não é o melhor da saga, mas certamente diverte. Johnny English 3.0 precisa driblar a idade do ator, que ainda segue cheio de caras e bocas e arrancando sorrisos com suas expressões exageradas, e sofre de criatividade ao tentar criar um embate entre ferramentas ultra tecnológicas e os métodos analógicos do agente. Ainda sim, consegue “forçar a barra” com situações diversas onde Johnny precisa capturar o bandido.

De restaurantes incendiados à ataques em um iate, English ainda sustenta a ideia de agente nada convencional que precisa se safar de tiros e bombas. Bough, seu amigo de aventura, carrega boa parte do humor salvando English de várias emboscadas. O longa estreia dia 1º de novembro nos cinemas.

Küsses,

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Tatá Snow

“Crítica” de cinema – prefiro ‘analista de entretenimento’, fanática por comédias românticas e viciada em Sex and The City. Ah…#TeamCap

Nota
6.8
Nota
O bom
  • Boas piadas!
O ruim
  • Final clichê demais, demais, demais....
  • Direção
    7
  • Roteiro
    6
  • Elenco
    7
  • Produção / Fotografia
    7
Categorias
CriticasFilmes

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