CRÍTICA | Minha Vida de Abobrinha – Luto, família e amigos

Indicado ao Oscar®, Minha Vida de Abobrinha (My Life as a Zucchini) estreia no Brasil dia 16 de fevereiro Entre as animações indicadas ao Oscar 2017, surge uma produção estrangeira...

Indicado ao Oscar®, Minha Vida de Abobrinha (My Life as a Zucchini) estreia no Brasil dia 16 de fevereiro

Minha Vida de Abobrinha Entre as animações indicadas ao Oscar 2017, surge uma produção estrangeira em stop motion com uma história avassaladora. Em Minha Vida de Abobrinha conhecemos Abobrinha, um garotinho de nove anos que acaba de ficar órfão após o trágico falecimento de sua mãe.

Ele é levado por um policial para um orfanato. Chegando lá, Abobrinha tem que enfrentar seus fantasmas e as dificuldades de se sentir “em casa” em seu novo lar. Simon, um dos garotos que reside no local, não ajuda em nada na adaptação de Abobrinha. O tipão “líder” gosta de expor as tristes histórias das crianças, além de mandar em todo mundo.

Um dia, chega ao orfanato, Camille. A jovem de dez anos se torna a melhor amiga de Abobrinha. Ao lado dela, eles superam seus traumas da ausência de seus pais, ajudam as outras crianças do orfanato e fortalecem as amizades da melhor forma possível: sendo crianças.

A alegria contagiante do orfanato chega ao fim quando Camille pode ser adotada por sua tia interesseira. Simon, Abobrinha e as outras crianças precisam agora superar mais um trauma: o de “perder” um amigo no orfanato.

Minha Vida de Abobrinha é impressionante. A temática acima é abordada de forma lúdica sem deixar o tom verossímil de lado. Claramente uma animação adulta, este longa consegue lidar com os elementos de abandono, depressão e solidão de uma forma muito humana por meio de seus coloridos personagens. O longa ainda explora as consequências psicológicas que uma criança pode sofrer após erráticas atitudes de seus pais. E avisamos: é pesado!

Com uma mensagem final sobre amizade e uma forte reflexão so significado da palavra “família”, Minha Vida de Abobrinha é formidável e ao mesmo tempo dramaticamente denso.

Dirigido por Claude Barrras, o longa franco-suiço estreia dia 16 de fevereiro, tem apenas 65 minutos de duração e merece sua atenção e comoção.

Küsses,

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Tatá Snow

“Crítica” de cinema – prefiro ‘analista de entretenimento’, fanática por comédias românticas e viciada em Sex and The City. Ah…#TeamCap

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