[CRÍTICA] Orgulho e Preconceito e Zumbis – Sr. Darcy matador de…Zumbis!

Orgulho e Preconceito e Zumbis é baseado no clássico livro da autora Jane Austen, mas com um elemento extra: zumbis! E então de cara você questiona: “Mais um filme...

Orgulho e Preconceito e Zumbis é baseado no clássico livro da
autora Jane Austen, mas com um elemento extra: zumbis!

orgulho-preconceito-zumbis-01E então de cara você questiona: “Mais um filme com zumbis? Ai que saco! Cadê a originalidade?”. Calma leitor, em Orgulho e Preconceito e Zumbis a “pegada” é bem diferente. Para começar, o filme tem um conjunto de personagens que já conhecemos do clássico ‘Orgulho e Preconceito‘ da autora Jane Austensim, aquele livro publicado em 1813, que é relevante até hoje e blá blá blá. Nesta nova adaptação, que também é baseado em um livro inspirado na obra original, a família Bennet está de volta agora para duelar com zumbis, se envolver nas melhores fofocas e marcar presença nos bailes mais chiques. E sim, o resultado do filme é divertido e com um toque de romance europeu na medida certa. Xoxo, Gossip Girl…ops, referência errada.

De volta a Inglaterra no século XIX. Uma praga misteriosa assombra as cidades e chega nos arredores da propriedade da família Bennet. Sr. Bennet deixa de lado as aulas de etiqueta, postura, pintura, canto e bordado para investir em um árduo treinamento de combate para suas filhas. As donzelas são donzelas, porém armadas. A base da história segue a mesma: Mr. Darcy aparece de forma misteriosa na vida da família, Elizabeth se apaixona, duela contra esse amor, Mr. Darcy é arredio, uma das irmãs Bennet foge, há um vilão conectado à Darcy, Elizabeth o culpa, as verdades aparecem e PAH! O amor está no ar. Mas em Orgulho e Preconceito e Zumbis os mortos vivos são pra lá de interessantes e incrementam o clássico romance com a dose certa de humor, lutas bem coreografadas, uma reviravolta surpresa divertida e algumas risadas.

Com um elenco bem entrosado, Mr. Darcy é fielmente interpretado por Sam Riley (o corvo da Malévola) e Elizabeth deixa os livros e sua personalidade questionadora demais para ser uma grande heroína. Lily James (A Cinderela do filme … Cinderela) conquistou o apresso de Lady Freak com uma atuação mais humana e menos catedrática. Complementam o elenco: Matt Smith (um dos Doutores de Doctor Who) como o esquisito Mr. Collins, Bella Heathcote como a graciosa – e perigosa – Jane Bennet, Douglas Booth (Noé) como Mr. Bingley – par romântico de Jane -, Charles Dance (Game Of Privada, digo, Thrones) como Mr. Bennet, Lena Headey (A Cersei, de Game Of Thrones) como Lady Catherine de Bough – a tia de Darcy, e o gato Jack Huston (Uma Longa Jornada) como o “amigo” de Darcy, George Wickham.

Se você conhecer a história original ou se já assistiu à adaptação cinematográfica de 2005, será bem fácil de deduzir os acontecimentos nesse novo longa, porém, convidamos à todos a simplesmente relaxar. Por incrível que pareça, o filme é muito bem dirigido por Bur Steers (17 Outra Vez / The L World) e oferece uma fotografia de respeito além de cenas bem criativas para compor cenários e a introdução dos zumbis. O figurino e, de novo, o entrosamento do elenco, tornam a película um filme gostoso de assistir. Mesmo com pequenas falhas de continuísmo e o pouquíssimo tempo de tela de Lena Headey, Cinderela e o Corvo seguram a onda muito bem e levam a audiência a curtir cada porrada dada nos zumbis.

Ainda não está convencido? Orgulho e Preconceito e Zumbis  estreia dia 25 de fevereiro nos cinemas e merece sim toda a sua atenção e ainda seja desafiado pelo “ar” quase inovador sobre essa cansativa temática abordada nos últimos anos e na série The Walking Dead. Os zumbis são malignos, querem comer “célebro” e são famintos por sobrevivência, porque….SIM! Humpf.

Preparem suas armas, sua melhor esgrima “oriental” e divirtam-se vendo um filme inofensivo e, porque não, carismático!

Küsses,

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Tatá Snow

“Crítica” de cinema – prefiro ‘analista de entretenimento’, fanática por comédias românticas e viciada em Sex and The City. Ah…#TeamCap

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