[CRÍTICA] Sem Filhos (Sin Hijos) – A comédia Nº 1 na Argentina

No longa argentino ‘Sem Filhos‘, uma mulher não gosta de crianças e ponto final! Sem Filhos (Sin Hijos) é uma comédia romântica argentina que chega ao Brasil no próximo...

No longa argentino ‘Sem Filhos‘,
uma mulher não gosta de crianças e ponto final!

sin-hijos-sem-filhos-critica-brasil-01Sem Filhos (Sin Hijos) é uma comédia romântica argentina que chega ao Brasil no próximo dia 29 de Outubro. Com uma premissa que mescla o melhor de outras comédias americanas, como Plano B (2010) e O Que Esperar Quando Você Está Esperando (2012) , aqui acompanhamos a vida solitária de Gabriel (Diego Peretti) que só sabe cuidar de sua loja de música e de sua filha de nove anos, Sofia (Guadalupe Manent), que inclusive é tema de suas conversas com os amigos o tempo todo. 

Anos após um estranho encontro com Vicky (Maribel Verdú), os dois começam um relacionamento, mas o que Gabriel não contava é que a pretendente fosse totalmente contra a ideia de ter filhos e de sair com um homem que seja pai. Para não por em risco seu namoro, ele se une à Sofia e juntos inventam uma história confusa sobre a menina ser irmã de Gabriel. Para traumatizar ainda mais esse novo relacionamento, o pai de Gabriel não conhece a neta em função de seu filho não ter superado algumas mágoas do passado. Vicky se afeiçoa por Sofia, mas o namoro pode ir por água abaixo quando descobrir que a garotinha é filha de seu amado. 

A premissa não oferece absolutamente NADA de diferente ou inesperado das centenas de comédias românticas americanas e até brasileiras de sucesso. O clichê: “casal se conhece, casal se apaixona, a mulher abre mão de alguma coisa pelo seu amor, casal fica junto” está totalmente presente em Sem Filhos. O que podemos apontar como pontos positivos é a direção clean e bem enquadrada de Ariel Winograd (Meu Primeiro Casamento) e o roteiro de Mariano Vera (seu primeiro roteiro) e Pablo Solarz (Um Namorado Para a Minha Esposa) que complementam a história com personagens secundários interessantes, a personalidade dos protagonistas bem elaboradas – que garantem uma aproximação entre audiência e o longa – e um final que, apesar de batido, é bastante gracioso. 

O longa chega ao Brasil distribuído pela Paris Filmes, com o selo de “a comédia número 1 na Argentina” e merece toda a sua atenção para curtir um filme bem editado e divertido. 

Küsses, 

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Tatá Snow

“Crítica” de cinema – prefiro ‘analista de entretenimento’, fanática por comédias românticas e viciada em Sex and The City. Ah…#TeamCap

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