[CRÍTICA] The Flash – T02E02 – “Flash of Two Worlds”

The Flash vira “The Flashes” Possivelmente esquecido ou não conhecido por fãs mais novos, Barry Allen não foi o primeiro velocista escarlate do universo DC. O primeiro Flash era Jay...

The Flash vira “The Flashes”

Possivelmente esquecido ou não conhecido por fãs mais novos, Barry Allen não foi o primeiro velocista escarlate do universo DC. O primeiro Flash era Jay Garrick, o Corredor Carmesim, campeão da Sociedade da Justiça e herói da era de ouro da DC Comics. O episódio anterior fechou com o surgimento surpresa de Jay no STAR Labs, a base de operações com o sistema de segurança de um estacionamento de micareta.

Jay Garrick revela oficialmente a existência da Terra-2, uma realidade paralela de onde surgiu o Esmaga-Átomo, Zoom e o próprio herói. Claro que com o trauma que Harrison Wells deixou no time Flash, Barry está mais do que desconfiado das verdadeiras intenções deste homem misterioso e se recusa a deixar Jay ajudar o time a capturar um novo meta-humano que surgiu em Central City.

Naturalmente, para derrotar o vilão da semana, ambos os Flashes precisam se ajudar e Jay ensina Barry uma nova habilidade. Enquanto Arrow levou quatro temporadas para começar a chamar seu protagonista de Arqueiro Verde, em uma temporada e poucos episódios, The Flash corre tão rápido quanto a velocidade de seu personagem principal para incorporar a maior quantidade de elementos da mitologia do herói sem se acanhar com os elementos mais absurdos. Já tivemos Gorila Grodd, a Força de Aceleração, viagem no tempo e até a Terra-2. Inclusive, o nome deste episódio homenageia a história que introduziu nos quadrinhos a ideia de uma terra paralela. Tanto que o episódio homenageia a capa da edição.

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Como sempre, os efeitos visuais e direção estão entres os melhores em seriados de super herói, a química dos personagens principais ainda é um dos pontos mais fortes da série e a vontade de mergulhar de cabeça no universo dos quadrinhos em busca de inspiração deixam The Flash mais divertida do que Arrow. Seria bom se a revelação de novas informações desse um respiro e permitisse que a audiência absorvesse um pouco mais devagar todas as mudanças no enredo. Temos um potencial novo interesse amoroso, novos heróis, novos inimigos, uma dimensão inteira nova e até a volta de uma figura chave para a trama, e estamos apenas no segundo episódio. Até o surgimento dos poderes meta-humanos de Cisco parecem que só servem para acelerar ainda mais a narrativa.

Seria bom se The Flash não corresse sempre na velocidade de seu protagonista.

Até a próxima!

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Editor-chefe da Freakpop. Adora cinema, mas odeia a palavra cinéfilo. Leu quadrinhos demais na vida e tem uma capacidade muito limitada de entender a realidade. Tudo que não explica com Máquina Mortífera, explica com Highlander. Sabe tudo sobre Soul Reaver e Crônicas de Gelo e Fogo. Seu signo é estegossauro.

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