[CRÍTICA] The Flash – T02E06 – “Enter Zoom”

The Flash tem seu primeiro confronto direto contra Zoom A segunda temporada de The Flash está simplesmente sensacional. O elenco bem amarrado, a premissa que mergulha de cabeça na...

The Flash tem seu primeiro confronto direto contra Zoom

A segunda temporada de The Flash está simplesmente sensacional. O elenco bem amarrado, a premissa que mergulha de cabeça na rica mitologia do personagem nos quadrinhos e a falta de medo em explorar e adaptar de forma fiel os elementos mais fantásticos do universo do velocista mais famoso da DC são peças fundamentais para a criação de uma experiência única entre todas as adaptações recentes de super heróis para a TV. No sexto episódio da segunda temporada, Barry e seu time finalmente se preparam para o confronto direto com Zoom.

Barry e o time Flash começam a elaborar um plano para capturar e derrotar Zoom. Eles descobrem que existem diversos portais para a Terra-2 espalhados por Central City e que podem usar isto para atrair o vilão. Pela primeira vez, os heróis contam com a versão local de uma vilã da dimensão paralela: Linda Park e decidem usa-la para simular uma derrota do Flash para ver se Zoom dá as caras. Boa parte do episódio é narrado em tom cômico, com os personagens tentando treinar Linda para se parecer mais com sua contraparte vilanesca.

A diversão acaba quando Zoom surge para enfrentar Barry. O vilão é muito mais rápido e a cena de luta entre ambos está entre as mais marcantes da série até o momento. Ao contrário do Flash Reverso da temporada anterior, Zoom é um animal selvagem, uma força maligna demoníaca sem plano definido ou qualquer tipo de frieza racional. Não só seu confronto com Barry prova ser trágico para o herói, mas também uma derrota desmoralizante. Zoom corre pela cidade, indo para a estação da polícia e a redação do Picture News exibindo a todos um Flash quebrado e derrotado, proclamando “Ele não é Deus”.

Talvez como ameaça, Zoom só funcione em doses menores, afinal, a simplicidade do personagem o torna uma ameaça eficiente e marcante, mas falta o conflito de antagonista que Wells ofereceu na primeira temporada para o conflito se estender por toda uma temporada. Mesmo assim, por enquanto, sua presença maligna é bem-vinda.

Até a próxima!

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Editor-chefe da Freakpop. Adora cinema, mas odeia a palavra cinéfilo. Leu quadrinhos demais na vida e tem uma capacidade muito limitada de entender a realidade. Tudo que não explica com Máquina Mortífera, explica com Highlander. Sabe tudo sobre Soul Reaver e Crônicas de Gelo e Fogo. Seu signo é estegossauro.

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