[CRÍTICA] The Flash – T02E09 – “Running To Stand Still”

The Flash enfrenta um Natal repleto de vilões The Flash entrega um belo presente de Natal para seus fãs com um episódio onde o herói enfrenta três vilões ao...

The Flash enfrenta um Natal repleto de vilões

The Flash entrega um belo presente de Natal para seus fãs com um episódio onde o herói enfrenta três vilões ao mesmo tempo. Mark Mardon, o Mago do Tempo, foge da prisão e leva junto consigo dois grandes nomes: Leonard Snart, o Capitão Frio e James Jesse, o Trapaceiro. O objetivo aqui é simples, e talvez o fundamento básico da Galeria de Vilões: matar o Flash.

Prêmios aos produtores que enxergaram o potencial em trazer de volta Mark Hamill para mais uma vez encarnar seu icônico personagem (e de quebra, um que tenha algo a dizer). A experiência do retorno de Jesse para treinar um sucessor simplesmente não é tão divertida quanto trazer Hamill para esbanjar uma boa dose de insanidade nas telas. Wentworth Miller, no papel do sempre resguardado Snart oferece um excelente contraste para a atuação errática do Trapaceiro, mas é uma pena que ele ficar pouco tempo envolvido com a trama. Sempre mercenário, o Capitão Frio simplesmente não tem interesse em investir em atividades criminosas que não tragam retorno financeiro (e também porque é importante deixa-lo menos vilanesco para a sua estreia em Legends of Tomorrow).

Infelizmente, Mardon termina como o vilão apagado no meio do caótico plano para derrotar o herói. A segunda temporada de The Flash foi tão recheada de informação, tanto a Terra-2, as viagens temporais, o episódio crossover e todo o preparo para a nova série da DC Comics que, o fato de Patty Spivot ter entrado para a polícia para vingar seu pai, este morto por Mardon, passa batido. Claramente sua sede de vingança a colocará frente a frente com seu arqui-inimigo e mais próxima da ação com o Velocista Escarlate.

O episódio é leve nas revelações cósmicas e gigantescas já esperadas da mitologia que a série tem construído na segunda temporada, mas oferece bons avanços no conflito principal. Zoom faz uma oferta maligna e irrecusável a Wells que, com certeza, o aproxima bastante de sua contraparte da Terra-1. Iris também revela a Joe a existência de seu filho perdido, Wally, onde Jesse L. Martin oferece mais uma vez, uma atuação emocional e impecável que claramente mostra porque ele é o verdadeiro coração da série.

O plano do Trapaceiro de derrotar The Flash certamente é uma boa homenagem aos planos mirabolantes dos vilões da era de prata dos quadrinhos, mas com reviravoltas e um tom sombrio o suficiente para não ficar “cafona”. Não que uma série onde gorilas falantes, viajantes do tempo e melhores amigos arqueiros semi-psicóticos não consiga confortavelmente abordar tal adjetivo.

Até a próxima!

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Editor-chefe da Freakpop. Adora cinema, mas odeia a palavra cinéfilo. Leu quadrinhos demais na vida e tem uma capacidade muito limitada de entender a realidade. Tudo que não explica com Máquina Mortífera, explica com Highlander. Sabe tudo sobre Soul Reaver e Crônicas de Gelo e Fogo. Seu signo é estegossauro.

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