[CRÍTICA] The Flash – Temporada 01 – Ep. 22 – Rogue Air

Em The Flash, Con Air aparentemente é uma influência? Eita, penúltimo episódio. Vamos lá. Cisco descobre que a cadeira de Harrison Wells funciona como um carregador de celular para...

Em The Flash, Con Air aparentemente é uma influência?

Eita, penúltimo episódio. Vamos lá. Cisco descobre que a cadeira de Harrison Wells funciona como um carregador de celular para velocistas, e por este motivo, o Flash Reverso consegue ser tão mais rápido que The Flash. O acelerador de partículas do STAR Labs é ativado e o Team Flash finalmente descobre a localização de Wells.

Sim, é um momento meio “a ligação está vindo de dentro da casa”. Eddie é resgatado, e o coitado não só está desidratado e subnutrido como também está devastado que no futuro Iris se casa com Barry e não com ele. Mas ei, vamos dar uma maneirada na novela né pessoal? Ninguém sabe o que vai acontecer quando o acelerador de partículas ligar e os túneis estão cheios de meta-humanos. Por sorte, um certo playboy bilionário arqueiro tem uma prisão de segurança máxima em uma ilha chinesa fora dos mapas e é para lá que Barry vai levar seus inimigos. Para tal, precisa da ajuda de Leonard Snart, o Capitão Frio, e sua irmã, Patinadora para transportar os presos.

Snart só concorda em ajudar Barry se seu registro criminal for apagado da central do CCPD. Naturalmente, o plano, elaborado pelo super herói mais inocente do universo dá errado. Snart solta os criminosos e foge dando risada. Era de se esperar uma fuga dos criminosos meta-humanos do STAR Labs, mas a correria do episódio deixou a cena fraca e esquecível.

A correria do episódio vem em parte, deste momento, Wells chega no STAR Labs onde é rapidamente intercedido por Nuclear e Oliver Queen, totalmente trajado com sua armadura de Liga dos Assassinos. A cena é mal editada, e estes crossovers entre séries, que costumavam ser divertidos, força a lógica da trama e só serve como propaganda para Legends of Tomorrow. Afinal, como Oliver saiu de seu cativeiro / lavagem cerebral da Liga dos Assassinos e deu um “pulinho” em Starling City, pediu para Ray Palmer desenvolver uma solução de nanitas contra velocistas (lembrando que Ray estava preso em Nanda Parbat) e depois deu uma corrida rápida até Central City para entrar neste arranca rabo. Como já dito, crossovers são legais, contudo que façam sentido e tenham um motivo concreto para acontecer. Se não, vide o incrível episódio onde o Eléktron vai em um encontro duplo com The Flash e Felicity ou a vez que Joe West foi até Star City bater um papo com o Detetive Lance.

Até a próxima!

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Tatá Snow

“Crítica” de cinema – prefiro ‘analista de entretenimento’, fanática por comédias românticas e viciada em Sex and The City. Ah…#TeamCap

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