[CRÍTICA] Um Espião e Meio – The Rock combate o crime… E o bullying

The Rock veste a farda mais uma vez para combater mafiosos e superar traumas da adolescência Bob Stone (Dwayne Johnson – The Rock) sofreu traumas no colegial quase irreparáveis....

The Rock veste a farda mais uma vez para combater mafiosos
e superar traumas da adolescência

um-espiao-e-meio-universal-critica-1Bob Stone (Dwayne Johnson – The Rock) sofreu traumas no colegial quase irreparáveis. Ainda jovem, ele era muito gordinho e alvo de piadas. Após ser forçado a aparecer como veio ao mundo em um evento no colégio na frente de todos, some e só reaparece anos mais tarde, até Calvin Joyner (Kevin Hart) ser necessário.

Joyner, ao contrário de Stone, era atlético e o cara mais popular da escola. Detentor das mais irrelevantes condecorações de colegial, o rapaz é o galã que namora a menina mais bonita do pedaço, além de ser o mais inteligente e promissor, com um belo futuro à sua frente. E, detalhe, o único que foi gentil e solidário com o gordinho Robert Weirdick. O tempo passa e toda a sua fama é enterrada em uma vida pacata ao lado de sua esposa e de seu emprego como contador. Até que, um belo dia, Stone o adiciona no Facebook e em menos de 24h esses “velhos amigos” precisam se unir para prender um criminoso que está desviando milhões de dólares por meio de um site de leilões falsos. Stone, para a surpresa geral, agora é um cara alto, bombadão, boa praça e um agente da CIA.

A premissa, bem simples, se desenrola sem grandes surpresas. Em Um Espião e Meio, o bullying sofrido por Stone quando jovem é o catalizador para que ele se transforme em uma pessoa do bem que só espera isso da humanidade: o bem. Para Joyner, essa amizade repentina surge como um impulso para que ele use seus conhecimentos contábeis em algo mais importante do que na multinacional que trabalha. Juntos, eles protagonizam boas cenas de ação, boas piadas – muita inclusive sobre preconceitos – e ofertam para a audiência um filme divertido e engraçado.

O longa não é só mais um filme sobre investigação e corrupção com comédia: ele vai além e traz a tona a discriminação e a intolerância das pessoas nos dias de hoje. Mesmo não indo a fundo nesse quesito, The Rock apresenta um personagem caricato , um pouco forçado em seu otimismo e bom humor, e MUITO carismático com suas manias e gostos. Uma certeira opção de entretenimento despretensioso, realmente leve, sem grandes reviravoltas, roteiro difícil… A proposta é ser divertido, com uma comédia estilo “besteirol” que funciona. Você não vai se arrepender e ainda dará umas boas risadas, seja pelas situações absurdas ou pelas piadas constantes (mesmo algumas sendo ruins, mas provavelmente são ruins de propósito. Pois mesmo assim acaba rindo, do absurdo em dobro).

Dirigido por Rawson Marshall Thurber (Família do Bagulho / Com a Bola Toda), Um Espião e Meio entrou em cartaz no dia 11 de agosto.

Küsses,

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Tatá Snow

“Crítica” de cinema – prefiro ‘analista de entretenimento’, fanática por comédias românticas e viciada em Sex and The City. Ah…#TeamCap

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