CRÍTICA | Westworld – T01E06 – “The Adversary”

Finalmente Westworld começa a caminhar para alguma direção Quem diria que depois de toda a atenção dada à Dolores, é a Maeve que começa a descobrir a origem dos...

Finalmente Westworld começa a caminhar para alguma direção

Quem diria que depois de toda a atenção dada à Dolores, é a Maeve que começa a descobrir a origem dos anfitriões de Westworld. O episódio anterior concluiu com a madame fazendo contato com Felix, o limpador que treina para ser programador de anfitrião. Ela propositalmente deixa um convidado mata-la para ela retornar aos bastidores do parque. Felix revela a ela como os anfitriões são programados e ainda é forçado a fazer um pequeno “tour” do prédio e laboratórios, mostrando as diferentes etapas para criar os habitantes de Westworld.

Elsie e Bernard começam a investigar a origem dos controles encontrados nos anfitriões. Elsie rastreia a origem para um setor abandonado do parque e descobre que Theresa tem usado os robôs para espionar. Bernard descobre em outra área abandonada do parque (qual é o tamanho desse parque para ter tantos setores abandonados?) uma choupana com alguns anfitriões não registrados. Trata-se dos últimos robôs criados por Arnold que ainda estão ativados, foram um presente para Robert e feitos para reencenar a infância dele. Todas estas conspirações por trás de Westworld deveriam agregar algo à trama geral, mas acabam pontuando contra. Afinal, o arco com Maeve mais do que prova que o que realmente interessa é desvendar como os anfitriões vão se rebelar e as consequências disso para a raça humana. Gastar tempo com conspirações e mistérios, parece um pouco água no feijão à essa altura do campeonato.

Em paralelo, o Homem de Preto e Teddy continuam a trilhar a nova missão em busca do vilão Wyatt. Eles são apreendidos e descobrimos que o novo passado desenvolvido para Teddy mostra que ele foi tão brutal quanto o novo antagonista. Tudo isso serviu para explicar que o mistério símbolo que tem aparecido no parque já se tornou mitologia entre os anfitriões indígenas e falam da história do homem que nunca morre cercado de seu destino. Faz sentido que todos os devaneios e “erros de programação” comecem a ganhar uma interpretação humana primal para o seu universo ao redor, agora basta torcer para que isto leve a um desfecho satisfatório, e não mais enrolação.

No final, talvez a parte que mais chama a atenção, Maeve consegue mudar sua própria programação, reduzindo sua lealdade mas aumentando sua inteligência e capacidade física. Veremos…

Até a próxima!

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Editor-chefe da Freakpop. Adora cinema, mas odeia a palavra cinéfilo. Leu quadrinhos demais na vida e tem uma capacidade muito limitada de entender a realidade. Tudo que não explica com Máquina Mortífera, explica com Highlander. Sabe tudo sobre Soul Reaver e Crônicas de Gelo e Fogo. Seu signo é estegossauro.

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