Problemas de acesso na estreia do Disney+

Disney +: Primeiros Passos e… Tropeços

Há uma semana, o canal Disney + parecia que saíra à frente da Guerra dos Streaming no mercado americano. Afinal, eles atenderam a demanda de dez milhões de assinantes...

Há uma semana, o canal Disney + parecia que saíra à frente da Guerra dos Streaming no mercado americano. Afinal, eles atenderam a demanda de dez milhões de assinantes só no território americano e canadense, oferecendo além de milhares de horas de programação de séries da Disney, ABC Studios e Fox, outra centena de filmes da própria casa do Camundongo Mickey, Pixar, Fox, Marvel e LucasFilm, que disponibilizou o primeiro episódio da série exclusiva do canal, The Mandalorian, estrelada por Pedro Pascal. E tudo por quase 7 dólares por mês. Mas a festa não foi tão boa assim.

Além de vários problemas relacionados com conexão, vários assinantes tiveram suas contas hackeadas e oferecida a outros consumidores por metade do preço. A Disney, por sua vez, assustada com os resultados positivos e mais os negativos, tratou de entrar em campo para salvar o que pudesse, principalmente sua imagem junto ao mercado de consumo e seus acionistas.

Numa primeira análise, os problemas técnicos aconteceram em sua maioria fora do território americano, já que o serviço Disney + começou a funcionar também no Canadá e nos Países Baixos – Holanda, Bélgica, Luxemburgo. A partir dessa semana, o canal começa a funcionar também na Austrália, Nova Zelândia e Porto Rico. Segundo a direção do canal streaming, os problemas técnicos já estavam sendo esperados, mesmo a reação do assinante.

A Disney já está trabalhando numa nova codificação para o seu assinante, especialmente aqueles que tiveram suas contas expostas por hackers. Curiosamente, no primeiro dia de funcionamento do canal, os relatos de hackeamento de contas foram quase totalmente ignorados até que durantes os dias seguintes, os gritos de insatisfação aumentaram potencialmente. Gritos esses que não afetaram as ações da companhia em Wall Street.

A grande especulação dentro do campo de batalha onde já chegou a Apple TV+ e espera-se para 2020 a HBOMax e a Peacock, da NBCUniversal, é como lidar com o mercado externo de futuros assinantes? Uma pergunta complicada de responder atualmente já que internamente, foi onde a atuação dos hackers foi mais “eficiente”. O que dirá quando o Disney + chegar na Itália, Inglaterra, França e Espanha?

A expectativa de corrigir as falhas técnicas à médio prazo é algo novo para a Disney desde que decidiu criar seu próprio canal streaming mesmo tendo uma grande participação do Hulu, que tinha em parceria com a Fox e a NBCUniversal. Sem contar que  a direção da Disney Company espera ter entre 60 e 90 milhões de assinantes nos próximos 4 anos.

Até chegar lá, terá que evitar muito “bugs” na programação…

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