CRÍTICA | ELIS – 5 motivos para assistir esta cinebiografia da cantora Elis Regina

O cinema brasileiro é presenteado com uma cinebiografia tão polêmica quanto sua protagonista Elis Regina faleceu em 1982, mas sua voz nunca fora esquecida. Reconhecida como uma das melhores...

O cinema brasileiro é presenteado com uma cinebiografia
tão polêmica quanto sua protagonista

elis-o-filme-hugo-prata-motivos-para-ver-elis-regina-6Elis Regina faleceu em 1982, mas sua voz nunca fora esquecida. Reconhecida como uma das melhores cantoras nacionais, a gaúcha sobrevivente dos ‘Anos de Chumbo’, época da ditadura que diversos músicos foram caçados e exilados por suas posturas anti-militarismo, é considerada um ícone do MPB, Jazz e Samba. A Pimentinha, apelido carinhoso dado por Vinicius de Morais, lançou seu primeiro álbum em 1961, com apenas 16 anos. Daí para frente, sua vida foi marcada por shows nacionais e internacionais, novos álbuns, parcerias com Jair Rodrigues, Tom Jobim, Rita Lee, Milton Nascimento, entre outros; dois casamentos, três filhos e uma morte precoce polêmica e comovente. A pressão que Elis sofria de todos os homens em suas vida, (banda, cônjuges, produtores e diretores) talvez tenha sido um dos motivos que a fez consumir, em excesso, álcool e entorpecentes, que acabaram por tirar sua vida aos 36 anos.

Essa breve recapitulação e as personas por trás de Elis Regina são o foco do longa dirigido por Hugo Prata, um filme que certamente fora elaborado por alguém apaixonado pela carreira e história da cantora. Uma verdadeira declaração de amor à quem merece tamanho destaque, reconhecimento e ressurgência para que seu marco nunca seja esquecido pelos brasileiros.

Elis merece ser visto, revisto e admirado, por cinco simples motivos:

1. TALENTO: Sua capacidade vocal era algo fora de série. Ao longo do filme conhecemos suas habilidades como cantora e presença de palco sendo testadas e melhoradas. Elis era amiga de Lennie Dale (Júlio Andrade), um coreógrafo, cantor, ator e dançarino que desenvolveu Elis para suas apresentações. No longa, sua presença é importante desde o primeiro bar em que a jovem cantou e encantou até sua postura frente às pressões militares na Ditadura.

1. TALENTO: Sua capacidade vocal era algo fora de série. Ao longo do filme conhecemos suas habilidades como cantora e presença de palco sendo testadas e melhoradas. Elis era amiga de Lennie Dale (Júlio Andrade), um coreógrafo, cantor, ator e dançarino que desenvolveu Elis para suas apresentações. No longa, sua presença é importante desde o primeiro bar em que a jovem cantou e encantou até sua postura frente às pressões militares na Ditadura.

2. VIDA PESSOAL: Elis se casou duas vezes. Seu primeiro casamento com Ronaldo Bôscoli (Gustavo Machado ) foi marcado por traições e interesses. Já no segundo, com o pianista César Camargo Mariano (Caco Ciocler), que foi responsável pela acensão da cantora na década de 70, além de ser da cantora Maria Rita.

2. VIDA PESSOAL: Elis se casou duas vezes. Seu primeiro casamento com Ronaldo Bôscoli (Gustavo Machado ) foi marcado por traições e interesses. Já no segundo, com o pianista César Camargo Mariano (Caco Ciocler), que foi responsável pela acensão da cantora na década de 70, além de ser pai da cantora Maria Rita.

3. DIREÇÃO: Elis é um filme, acima de tudo, MUITO bem dirigido. Aqui imersamos por um Rio de Janeiro e São Paulo das décadas de 60 e 70 verídicos. Do vestuário às reproduções de programas de televisão, cada detalhe de cenário, linguagem, referências e ambientações diversas são de extrema qualidade e riqueza.

3. DIREÇÃO: Elis é um filme, acima de tudo, MUITO bem dirigido. Aqui imersamos por um Rio de Janeiro e São Paulo das décadas de 60 e 70 verídicos. Do vestuário às reproduções de programas de televisão, cada detalhe de cenário, linguagem, referências e ambientações diversas são de extrema qualidade e riqueza.

2. TRILHA SONORA: Um filme sobre Elis Regina não poderia deixar de ter as músicas mais conhecidas que foram interpretadas pela cantora. Como Nossos Pais, O Bêbado e o Equilibrista, Menino das Laranjas, Madalena, Cabaré e Fascinação são alguns dos hits que embalam a audiência ao longo da história. É impossível não cantar, se emocionar e reviver a trajetória de Elis.

2. TRILHA SONORA: Um filme sobre Elis Regina não poderia deixar de ter as músicas mais conhecidas que foram interpretadas pela cantora. Como Nossos Pais, O Bêbado e o Equilibrista, Menino das Laranjas, Madalena, Cabaré e Fascinação são alguns dos hits que embalam a audiência ao longo da história. É impossível não cantar, se emocionar e reviver a trajetória de Elis.

1. ANDREIA HORTA: A mineira de 33 anos encarnou a Elis Regina. Melhor escolha não há. Sua atuação, desde a espivetada jovem que sonhava com o sucesso ao chegar no RJ até sua sofrida morte, impressiona a todos. Há momentos em que sua caracterização incomoda por tamanha semelhança com a cantora. Do cabelo curto engomadinho ao corte curtinho, Horta dá vida à personagem com muitos detalhes. Trejeitos, gírias, revoltas e emoções marcam sua atuação que é digna de aplausos.

1. ANDREIA HORTA: A mineira de 33 anos encarnou a Elis Regina. Melhor escolha não há. Sua atuação, desde a espivetada jovem que sonhava com o sucesso ao chegar no RJ até sua sofrida morte, impressiona a todos. Há momentos em que sua caracterização incomoda por tamanha semelhança com a cantora. Do cabelo curto engomadinho ao corte curtinho, Horta dá vida à personagem com muitos detalhes. Trejeitos, gírias, revoltas e emoções marcam sua atuação que é digna de aplausos.

Há quem critique o filme por ser raso ou certinho demais, mas é quase uma missão impossível retratar mais de 20 anos de carreira da cantora. Aqui, a experiência é bem construída, distante de suposições e forte o suficiente ao reencenar um passado não tão distante. Vale a pena conferir? Sem dúvida. Elis é uma homenagem a cantora que remexerá suas emoções, principalmente quando a Andreia Horta interpreta, belamente, as músicas mais importantes da Música Popular Brasileira.

Küsses,

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Tatá Snow

“Crítica” de cinema – prefiro ‘analista de entretenimento’, fanática por comédias românticas e viciada em Sex and The City. Ah…#TeamCap

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