[CRÍTICA] Game of Thrones – Temporada 05 – Ep. 03 – High Sparrow

Game of Thrones continua a se afastar da trama dos livros. Game of Thrones apresenta um terceiro episódio de quinta temporada que foge consideravelmente de alguns pontos cruciais do...

Game of Thrones continua a se afastar da trama dos livros.

Game of Thrones apresenta um terceiro episódio de quinta temporada que foge consideravelmente de alguns pontos cruciais do livro. De um lado a mudança de tom na trama oferece uma forma mais concreta à elementos que no livro sempre ficaram ambíguos. Por outro lado, muda consideravelmente a possibilidade de eventos futuros e pode alterar drasticamente o universo que conhecemos. Meio Crise das Infinitas Terras né? Enfim, vamos lá.

Margaery e Tommen finalmente se casam. No universo das Crônicas de Gelo e Fogo, o irmão mais novo de Joffrey não passa de uma inocente criança mais interessada em cuidar de seus gatos do que se dedicar ao reinado. Em GOT, o personagem já é um adolescente. Consideravelmente mais benevolente do que seu irmão, porém ainda ingênuo, Tommen se apega à ideologias e um desejo genuinamente sincero de cuidar das pessoas ao seu redor. Um prato cheio para Margaery que ativamente o manipula para enviar Cersei de volta para o Rochedo Casterly. Esta parte da trama, nas Crônicas, dedica boa parte à paranoia e introspecção de Cersei, só sutilmente revelando que Margaery não é o exemplo de virtude que todos acreditam. A série deixa muito mais claro que a jovem rainha é uma ameaça considerável para todos os planos da… velha… rainha.

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Deveria ter um sinônimo para o cargo né? Sei lá, Monarca?

A jornada de Sansa com o Mindinho traz a mudança mais considerável entre os dois enredos. Sansa nunca chega em Winterfell, se casa com Ramsay Bolton ou participa dos temerosos eventos prestes a assolar o lar ancestral dos Starks. Ela continua firme e forte no Vale de Arryn enquanto sua amiga, Jeyne Poole, é disfarçada de Sansa e usada para firmar a união entre as casas Stark e Bolton para consolidar a presença dos traidores como guardiões do norte. De certa forma, é interessante colocar as novas habilidade de manipulação de Sansa em prática e takes longos em figuras misteriosas prometem que, pelo menos a parte mais interessante da saga neste momento, estará intacta no futuro.

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De resto. Nas gélidas muralhas, a convenção de personagens com habilidades sociais que deixam a desejar: Stannis Baratheon, Davos e Jon Snow se juntam para discutir como consolidar o poder de Jon Snow e impedir que o PMDB dos Vigias da Noite causem mais problemas. Um momento curto, porém eficiente que mostra o crescimento do personagem.

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Tyrion
está de volta também! Em uma casa de prostituição onde encontra Jorah Mormont. De fato no livro eles se encontram eventualmente, mas em nenhum momento a descrição da trama dizia: “E ao encontrar o anão, ele o amarrou como se Dick Vigarista faria com Penelope Charmosa.”

Até a próxima!

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Tatá Snow

“Crítica” de cinema – prefiro ‘analista de entretenimento’, fanática por comédias românticas e viciada em Sex and The City. Ah…#TeamCap

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