Sobre Homem-Aranha: Longe de Casa...Que venha o próximo filme!

Homem-Aranha: Longe de Casa cena pós-créditos

Meu ponto de Vista sobre Homem Aranha: Longe de Casa Um amigo meu me avisou uma vez que nunca confie nos personagens que o Jason Isaac faz, por que...

Meu ponto de Vista sobre Homem Aranha: Longe de Casa

Um amigo meu me avisou uma vez que nunca confie nos personagens que o Jason Isaac faz, por que ele sempre foi e será um dos melhores vilões do cinema e da TV. E claro, meu amigo não estava errado. Por isso, quando entrei para ver  o novo filme do Homem Aranha com Tom Holland, já fiquei desconfiado do personagem do Jake Gyllenhaal, Mysterio, um ser de outro universo para ajudar a impedir que uma criatura multidimensional destrua a nossa Terra como aconteceu na dele.

O “desconfiomentro” foi ligado por que desde que vi pela primeira vez Mysterio na série animada dos anos 60, o personagem nunca teve para mim, pelo menos, algum momento de redenção para ajudar o amigo aracnídeo da vizinhança. Ao contrário, ele sempre fez questão em diversas oportunidades de tentar eliminar seu algoz lançados de teias.

Do jeito que a história foi construída por Chris McKenna, roteirista de Homem-Aranha: De volta ao Lar e Homem-Formiga e Vespa, o vilão é o que menos importa. A história principal está sobre a tentativa de Peter, Tom Holland brilhando, de seguir com sua vida durante a viagem à Europa com seus colegas de escola. Especialmente por que ele planejou contar para Mary Jane (Zendaya antes de Euphoria) que está apaixonado pela garota.

Como uma boa comédia romântica, nada do que ele planeja dá certo. E mesmo quando seu sentimento pela garota é revelado, a crise à sua volta fala mais alto. Adicione a tudo isso, a dor de perder Tony Stark e sentir o peso da responsabilidade para encontrar um novo Homem de Ferro, um pedido pos-mortem feito pelo ex-Homem de Ferro.

Homem Aranha: Longe de Casa é um bom exemplo de como uma dose moderada de humor, romance e drama pessoal, é a receita para o sucesso de filmes de super-heróis. Sim, existem várias cenas de ação onde os efeitos visuais dominam a narrativa. Mas não se sobressaem em relação à história e às dúvidas que o jovem Peter Parker tem de assumir ou não definitivamente, sua identidade de herói. A cena final é avassaladora em relação a isso.

Fique atento às participações especiais de Nick Fury e uma surpresa trazida do passado do personagem ligada aos primeiros filmes. Ah, tem mais surpresas até o final dos créditos…

E que venha o novo filme

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