CRÍTICA | Kong: A Ilha da Caveira | Abram alas para o Rei passar…E quebrar tudo!

Kong: A Ilha da Caveira é o filme com monstros gigantes que você sempre sonhou! Desde 1933, acompanhamos o gorilão enfrentando uma grande ameaça: os homens. Kong foi criado...

Kong: A Ilha da Caveira é o filme com monstros gigantes
que você sempre sonhou!

Desde 1933, acompanhamos o gorilão enfrentando uma grande ameaça: os homens. Kong foi criado por James Ashmore Creelman e Ruth Rose e integra o hall dos clássicos e inesquecíveis personagens da história do cinema. O gigantesco monstro ganhou algumas adaptações desde então. A mais conhecida, de 1976, conta com Jessica Lange como o interesse “amoroso” do monstrão. Em 2005, Peter Jackson trouxe Kong de volta à Nova York e tentou cativar os fãs com uma trilha sonora de mashups e uma sonsa Naomi Watts tentando honrar com o papel de Fay Wray

Em algum momento iriam acertar novamente com o Kong…

Finalmente em 2017, somos presentados com um filme do Kong digno de aplausos. O diretor Jordan Vogt-Roberts entrega um visual competente, com cenas criativas, um elenco interessante e, o mais importante, o King Kong dos nossos sonhos. Não há delongas para mostrar o monstrengo, a história é simples e o que mais temos em tela é um gigantesco gorila de 90m de altura quebrando tudo na porradaria: outros monstros da ilha, helicópteros e qualquer coisa que o irrite.

Mas e a história?

Vamos lá: Em Kong: A Ilha da Caveira, Bill Randa (John Goodman) é um cientista que conta com a ajuda de um geólogo e de um senador para integrar uma equipe de pesquisadores que estão à caminho da Ilha da Caveira. Eles precisa de proteção militar e prometem que pretendem apenas fazer uma pesquisa no solo. Óbvio que Randa sabe da existência de animais enormes e aposta que eles residem no terreno oco da ilha. Ao soltarem bombas, Kong revida e aí, meu caro leitor, se segure na cadeira por que são takes de tirar o fôlego!

Eles sabem como sair da ilha. Kong não é a única ameaça. Os sobreviventes se dividem. O lado liderado pelo ex-militar e mercenário James Conrad (Tom Hiddleston) quer sobreviver e cair fora de lá. Já o coronel Preston Packard (Samuel L. Jackson) quer buscar um armamento em um dos helicópteros que não foi totalmente destruído. Para o que? MATAR o Kong.

Chuva de homenag…ops, referências

Começamos então uma jornada intensa entre ataques surpresas e inesperadas mortes. Algo bastante semelhante ao Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros (1993). Conrad e sua trupe encontram um antigo morador da ilha que os ajudará na fuga. E do outro lado da ilha, em algo do tipo O Mundo Perdido: Jurassic Park (1997), Packard segue com o seu plano maluco. Ah, e tudo isso com todas as referências visuais possíveis e imagináveis de Apocalypse Now (1979).

Então quer dizer que o filme bate palminha para outros longas no roteiro, fotografia e desenvolvimento dos personagens? E DAÍ???? Kong bate, chuta, explode e destrói, algo que NUNCA vimos com o gorilão nos cinemas. Você espera um grande roteiro? Pode parar campeão, expectativa errada.

Mas e a Brie Larson?

Ah sim. A fotógrafa “badass” está lá para registrar todo e qualquer ser estranho da ilha e permanecer 80% do filme na mesma posição segurando a sua câmera para manter a personagem! Talvez seja chatice de quem vos escreve, talvez seja só um ponto fraco do filme mesmo. Larson é um puta atriz, mas em Kong ela é bastante irritante e quase dispensável…Se não fosse pela indispensável referência amorosa que conhecemos desde 1933.

Kong: A Ilha da Caveira vale a pena?

SIM e por dois motivos: primeiro pelas cenas de ação e visual que são realmente empolgantes. Quem for fã do gênero simplesmente sairá de boca aberta. Segundo pela cena pós-crédito. Nunca imaginamos que uma curta cena pudesse ser tão legal quanto um filme de 1h58m. NÃO SAIA DO CINEMA QUANDO ACABAR.

O longa chegou nos cinemas dia 9 de março, merece uma tela IMAX e o 3D não vai te desapontar.

Se você procura um filme divertido, com cenas de ação impactantes, uma trilha sonora embalada por clássicos da década de 70, Kong: A Ilha da Caveira é um filme para você.

Kong: A Ilha da Caveira é o que chamamos de entretenimento de qualidade.

Confira o Papo Gibi especial King Kong:

Küsses,

Comente via Facebook!
Tatá Snow

“Crítica” de cinema – prefiro ‘analista de entretenimento’, fanática por comédias românticas e viciada em Sex and The City. Ah…#TeamCap

Categorias
Criticas

Ver também