Divergente – Review

Na onda de mocinhas valentes, Divergente ganhou o direito a uma adaptação. Então, nada mais justo do que falarmos sobre o livro responsável pelo filme. Se você, ao ler...

Na onda de mocinhas valentes, Divergente ganhou o direito a uma adaptação. Então, nada mais justo do que falarmos sobre o livro responsável pelo filme.

Se você, ao ler Divergente, sentir semelhanças com Jogos Vorazes, calma. Não é o único. Talvez seja como me senti ao ler Percy Jackson e comparar com Harry Potter. Algumas vezes isto é inevitável. Bom, Divergente se passa em um lugar meio que pós-apocalíptico, em uma sociedade dividida por facções. Cada facção carrega uma característica e um dever dentro da comunidade: Abnegação, Amizade, Erudição, Audácia e Sinceridade. Todos vivem dentro das facções em que nasceram até os 16 anos, quando escolhem novas facções. Não ter uma o transforma em pária, não pode trabalhar, ganhar a vida de maneira nenhuma e vive por conta da caridade da Abnegação.

Katniss, ops, Beatrice é a protagonista da história. Pertence a facção Abnegação, que deve colocar os interesses dos outros acima dos próprios, só para resumir um pouquinho a questão. Beatrice e seu irmão mais velho participam de avaliações para ajudarem a determinar qual facção eles têm mais afinidade, mas isso independe na escolha da pessoa. Neste teste uma simulação é aplicada e é neste momento que Beatrice descobre ser diferente. E nesta realidade, ser diferente não é muito legal.

Ao escolher sua facção e deixar para trás tudo o que conhece, Beatrice adota o nome Tris e deve lutar pelo seu lugar na Audácia. Lá ela conhece Quatro, um rapaz misterioso, e Christina, que se tornará o mais próximo de uma amiga. Mas Tris percebe que as coisas são estranhas e começa a questionar o sistema e as facções.

Facções = distritos. Ok. Mocinha que precisa aprender a ser forte. Ok. Luta contra a política vigente. Ok. Mocinho para apoiar a mocinha. Ok. É, as semelhanças com Jogos Vorazes é bem grande, não? Apesar dos paralelos (ok, muitos paralelos), Divergente tem uma história até que bem amarrada e atual. Manipulação das massas, triagem de soldados, segregação etc, etc, etc. O filme começou bem, parece que está com uma boa bilheteria. Espero que consigam separar na tela as semelhanças e coincidências com outros livros parecidos.

Boa leitura!
Até a próxima,

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