Lucy – Pura ação e insanidade

O que aconteceria se o ser humano usasse 20% da capacidade do cérebro? Lucy é o novo longa do diretor Luc Besson (O Quinto Elemento, O Profissional) que agora...

O que aconteceria se o ser humano usasse 20% da capacidade do cérebro?

Lucy é o novo longa do diretor Luc Besson (O Quinto Elemento, O Profissional) que agora explora a ciência por trás da evolução humana versus a ficção científica, e apresenta uma forma de visualizar como seria um humano com uma capacidade cerebral acima dos 10% que de fato usamos.

Scarlett Johansson interpreta uma jovem americana que reside na China e cai de gaiata numa armadilha do mercado negro fabricante de uma nova droga. Ela tem sua barriga cortada e dentro carrega um saco com a tal CPH4, uma droga sintetizada a partir da substância que a mulher produz a partir da quarta semana de gestão que auxilia o crescimento dos ossos no feto.

Acidentalmente o saco estoura e Lucy vira uma super-humana capaz de compreender e sentir cada detalhe à sua volta, bem como o metabolismo do seu corpo. Agora com 20% do seu cérebro sendo usado, nossa heroína passa a sentir as vibrações, a gravidade, a sensação de tempo e espaço além de possuir o poder de controlar as mentes de outros humanos e as energias à sua volta. Armada com um super-conhecimento, em função da sua nova capacidade corporal, ela chega até o professor Norman (Morgam Freeman), um renomado cientista que estuda os limites do cérebro humano, e que Lucy pretende deixar algum ensinamento.

Com ótimas cenas de ação e um roteiro bem estruturado, Luc Besson cria sua forma de ver a evolução humana a partir da potencialização do cérebro. Um conceito que mistura ciência, história e ficção científica tem como resultado um longa intenso que defende bem a teoria apresentada sobre a evolução humana.

Com questões sobre como o homem reagiria se pudesse ser uma super máquina, Lucy vira uma espécie de oportunidade para o cientista Norman ampliar sua pesquisa sem alardes religiosos, políticos e sociais. A parte visual do filme foi muito bem trabalhada pelo diretor Luc Besson e Scarlett Johansson prova que não só é uma excelente atriz, como firma que o mercado da sétima arte está mais do que pronto para ter grandes filmes com uma única super-heroína.

Vale a pena ver Lucy no cinema? Com certeza! É um bom e intrigante longa que te faz pensar, mesmo tendo uma premissa simples. Também defendemos que Johansson merece uma indicação ao Oscar por este longa.

Até a próxima!

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Tatá Snow

“Crítica” de cinema – prefiro ‘analista de entretenimento’, fanática por comédias românticas e viciada em Sex and The City. Ah…#TeamCap

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