Marvel’s Agent Carter – Temporada 1 – Ep.03 – Tide and Time

Marvel’s Agent Carter sossega o ritmo e investe em desenvolvimento dos personagens. No terceiro episódio de Marvel’s Agent Carter, a série dá uma reduzida de seu ritmo frenético para...

Marvel’s Agent Carter sossega o ritmo e investe em desenvolvimento dos personagens.

No terceiro episódio de Marvel’s Agent Carter, a série dá uma reduzida de seu ritmo frenético para explorar as conseqüências e sacrifícios de uma agente dupla como Peggy Carter. Os agentes da SSR encontram nos destroços da Roxxon a placa de um dos carros de Howard Stark colocando-o diretamente na mira das investigações, e ao final, o chefe de Peggy tem motivos pessoais para capturar o velho companheiro de guerra da agente.

Na falta de Stark, Jarvis é levado para ser interrogado e elementos interessantes do seu passado são revelados, especialmente sua acusação de traição durante seu tempo no exército. Jarvis começa a ficar tenso quando o Agente Johnson fala de sua esposa Anna, infelizmente, não é tão eficiente já que nunca vemos a dita cuja e a ausência da personagem na trama tira um pouco o drama (rima não intencional).

Por um lado, o “crime” de Jarvis para salvar sua futura esposa serve para lembrar a audiência que apesar de encerrado, o impacto da Segunda Guerra Mundial permeia mesmo após o final do conflito. Alguns personagens encontraram romances no meio da destruição como é o caso de Peggy e Jarvis, e para ex-soldados como o Johnson, apenas uma memória desagradável para superar e esquecer.

Comparados com os dois primeiros episódios de Marvel’s Agent Carter, o terceiro da minissérie é bem calmo. Os primeiros dois atos são inteiramente dedicados a explorar o passado de seus diversos personagens e só no terceiro, quando Peggy finalmente encontra as armas roubas de Howard, é que temos um pouco da ação que destacou a série como um projeto superior ao Agents of S.H.I.E.L.D.. Ao mesmo tempo que vemos que a agente continua durona e casca grossa em um mundo dominado por homens, o roteiro permite algumas cenas que a tornam vulnerável ao ter que lidar com a morte de um colega. Este tipo de desenvolvimento emocional é crucial para uma série como Marvel’s Agent Carter se manter relacionável para a audiência apesar da premissa fantástica.

Até a próxima!

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Editor-chefe da Freakpop. Adora cinema, mas odeia a palavra cinéfilo. Leu quadrinhos demais na vida e tem uma capacidade muito limitada de entender a realidade. Tudo que não explica com Máquina Mortífera, explica com Highlander. Sabe tudo sobre Soul Reaver e Crônicas de Gelo e Fogo. Seu signo é estegossauro.

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