O Melhor de Mim – Mais um filme clichê graças ao Nicholas Sparks

Quer um romance avassalador e uma trágica morte em um único filme ou livro? Peça ao Nicholas Sparks Olha só, antes de começar o review de O Melhor de...

Quer um romance avassalador e uma trágica morte em um único filme ou livro? Peça ao Nicholas Sparks

Olha só, antes de começar o review de O Melhor de Mim vale lembrar que eu nunca li um livro do autor Nicholas Sparks, mas alguém dentro da Freakpop tem que ser a louca suficiente, ou uma romântica não assumida, para assistir Querido John, Diário de uma Paixão, Noites de Tormenta – meu favorito btw – , Uma Amor para Recordar, Um Homem de Sorte e Uma Carta de Amor. Mas calma, isso não quer dizer que eu seja louca pelo autor, mas sim que tenho um péssimo ou discutível gosto para os filmes baseados em suas obras. Colou? Enfim…

Pera, mas é tão ruim assim? Não! Mas é clichê. Em todos os filmes você sempre terá um casal cujo amor tira o fôlego e uma morte. Nada muda. Sparks apenas recicla sua receita de bolo que dá certo a anos. Do contrário, ele não venderia livros e suas histórias não iriam para o cinema com grandes atores. O livro da vez é O Melhor de Mim, que conta a história de Dawson (Luke Bracey) um rapaz humilde que vive em uma delicada situação com seu pai e irmãos. Um dia, ele resolve sair de casa após uma intensa briga e vai parar na garagem de Tuck (Gerald McRaney), lá o viúvo, sabendo da família do rapaz, o acolhe e o cria como um filho.

Na escola, Dawson é um rapaz sem grandes expectativas para sua vida e conhece Amanda (Liana Liberato), uma jovem riquinha – alguma semelhança com Querido John? – que o pai não aceita a relação. – alguma semelhança com Querido John? [2]-. Bem, os dois entram de cabeça nesse amor avassalador e por um motivo, até que interessante, eles se separam. Mas como no mundo de Nicholas Sparks o amor supera tudo, Dawson (agora interpretado por James Marsden) e Amanda (Michelle Monaghan) se reencontram 21 anos depois.

O Ciclope tá malhado né?

Amanda está casada e Dawson sobreviveu a um grave acidente na plataforma de petróleo que trabalha. Ela é mãe e ele solteiro. Eles precisam, juntos, resolver as pendências do testamento de Tuck, e isso envolve o retorno para a antiga casa que semeou este jovem amor. Sim, tudo acaba em sexo, como em todos os filmes. Bem, complicações a parte, será que Dawson e Amanda vão viver este grande amor? Será que Amanda será capaz de deixar sua vida de conforto e filho para reviver esta grande paixão? Preparem-se para longos diálogos de declarações e cenas dos casais – quando jovens e 21 anos depois – na chuva. Ahhhhhhh alguém dê um tiro na minha cabeça agora!

Bem, o filme tem o mesmo estilo de direção de Diário de uma Paixão. O enredo é revelado entre flashbacks e belos takes de fotografia até que você, rapidamente, descobre o que vai acontecer no final. Será que só o Tuck morre? O longa estreia dia 30 de Outubro em todos os cinemas e é dirigido por Michael Hoffman (Um Golpe Perfeito e Sonho de uma Noite de Verão). Vale a pena ver no cinema? NÃO! Você já deve imaginar o que acontece no final, espere aquela TPM, separe seu chocolate favorito e assista depois em casa, ok?

Ah, vamos ignorar que os atores que fizeram Dawson não tem nada a ver um com o outro, exceto os músculos. Mas tudo bem! Destaque para a atriz Liana Liberato (Se Eu Ficar) que está muito graciosa e para a barriga tanquinho de Luke Bracey (G.I Joe – Retaliação) que nem precisava atuar por estar tão…tão….tão…

Gézuis multiplica, o que tem na água da Austrália?

Até a próxima.

Comente via Facebook!
Tatá Snow

“Crítica” de cinema – prefiro ‘analista de entretenimento’, fanática por comédias românticas e viciada em Sex and The City. Ah…#TeamCap

Categorias
Criticas

Ver também