O Mundo de Tim Burton – Exibição prorrogada até 5 de junho!

Visitamos a exposição ‘O Mundo de Tim Burton’ e preparem-se: É IMPERDÍVEL! EXTRA! EXTRA! A exposição ‘O Mundo de Tim Burton‘ foi prorrogada! Agora até o dia 5 de JUNHO...

Visitamos a exposição ‘O Mundo de Tim Burton’
preparem-se: É IMPERDÍVEL!

EXTRA! EXTRA! A exposição ‘O Mundo de Tim Burton‘ foi prorrogada! Agora até o dia 5 de JUNHO você poderá conferir de perto, ou rever, este conjunto de obras que celebra a mente criativa e única do cineasta Tim Burton!

Nesta quinta-feira, 5 de maio, a partir das 12h, no site e aplicativo Ingresso Rápido. Os ingressos são exclusivos para os dias 11, 12, 13, 14, 18, 19, 20 e 21 de maio. As entradas serão vendidas de hora em hora com lotes das 10h às 20h (11, 12, 13, 18, 19 e 20) e das 9h às 21h (14 e 21 de maio). O valor do ingresso é de R$ 40,00 (inteira) e R$20,00 (meia-entrada para estudantes, idosos e professores da rede pública).

Desde sua inauguração, O mundo de Tim Burton já recebeu mais de 150 mil visitantes, quase o dobro de outras exposições internacionais de sucesso como Stanley Kubrick e David Bowie, que estiveram em cartaz anteriormente no MIS.

(Publicado em: 04/02/2016 – O Mundo de Tim Burton – Tudo sobre a exposição mais aguardada do ano)

O Museu da Imagem e do Som de São Paulo (MIS), abre as portas a partir de 4 de fevereiro para a exposição do diretor, roteirista, ilustrador e artista Tim Burton. Com peças exclusivas do acervo de Burton, pela primeira vez a exposição chega à América Latina. Com itens selecionados e outros inéditos em relação a exposição do MoMA (Nova Iorque), ‘O Mundo de Tim Burton‘ invade o espaço do MIS e proporciona uma experiência única e marcante para os fãs das obras do diretor. A exposição não é somente sobre os filmes, e sim um resumo de todas as aptidões de Burton passando por desenhos, quadros, esculturas e muito mais. Após esta imersão você será, oficialmente, um “Burtoniano”

O conceito da exposição foi desenvolvido pela equipe de Burton e o MIS, uma parceria de sucesso. A organização dos espaços permite que o expectador faça uma viagem e uma profunda imersão na mente criativa do diretor. E, segundo a informação fornecida pela equipe do museu, Burton participou de todas as decisões, criação dos espaços e seleção de cada item que está no Brasil para compor a estética e cenografia.

Abaixo listamos os principais destaques da exposição e as melhores dicas para você curtir – e muito – O Mundo de Tim Burton:

Aos subir as escadas somos impactados por instalações de uma figura disforme com tentáculos recheadas de pôsteres de filmes que inspiram a mente de Tim Burton. Na seleção, temos filmes como The Devil Rides Out (1968), Black Sunday (1960), The Swarm (1978), Tarantula (1955), Return of the Fly (1959), The House of Exorcism (1975), Battle Beyond the Stars (1980), Tales of Terror (1962) e The Mummy (1932), todos longas dos gêneros de terror ou ficção científica das décadas.

Foto: Divulgação (Létícia Godoy - MIS)

Foto: Divulgação (Létícia Godoy – MIS)

Os ambientes da exposição são divididos pelos sentimentos do diretor, separando a exposição em uma estrutura de visitação mais íntima e compreensível de sua carreira. Sob a curadoria de Jenny He, em um dos primeiros painéis nos deparamos com sua percepção sobre o artista: “Cineasta, ilustrador, escritor e artista reconhecido internacionalmente como mestre que une o cômico ao grotesco e desperta sentimentos adoráveis e profundos”.

[divider]SALA HORROR[/divider]

Com isso em mente, Jack – do ‘O Estranho Mundo de Jack‘ (1993)- está presente em uma instalação enorme que fará a audiência assistir uma espécie de filme móvel onde Jack muda suas faces. Em seguida, os primeiros desenhos a lápis, datados entre 1970 e 1990, surgem como uma primeira imersão na mente de Burton. Seus estudos de cores, formas e personagens já carregavam referências de suas obras mais conhecidas. Sem dúvida uma “recepção” impressionante por sua variedade de criações e uma grande surpresa para aqueles que ainda desconhecem tamanha versatilidade do diretor.

[divider]SALA HUMOR[/divider]

Ao término da área “horror “também  com áudios de arrotos e barulhos estranhos embalam a visita em uma sala recheada de desenhos bem humorados, coloridos e fofinhos – e outros assustadores. A partir daí, inicia-se a viagem pelos sentimentos do diretor, começando pela felicidade.

[divider]SALA FELICIDADE[/divider]

Esta sala é composta por obras que retratam “o conflito tênue entre a infância e a vida adulta como batalha entre a imaginação e o ceticismo.”. Diversas fotos da Noiva Cadáver, personagem da animação de mesmo nome, proporcionam uma estranha reação de choque para contrabalancear a proposta do ambiente. As fotos são pesadas, envolvem bebês vudus e um boneco de 6 m de altura pintado por um artista brasileiro sob supervisão da equipe de Tim Burton, compõem uma área que, para ser acessada, poderá descer por um grande tobogã. Um mix de diversão com horror. Bem Tim Burton, né?

Foto: Divulgação (Létícia Godoy - MIS)

Foto: Divulgação (Létícia Godoy – MIS)

[divider]SALA ANGÚSTIA / MELANCOLIA[/divider]

Desenhos mais intensos retratam os sentimentos mais melancólicos de Tim Burton. Os personagens reagem, nas ilustrações, ao medo, angústia, tristeza e drama. Nesta sala, as peças não têm “relação com seus projetos profissionais, estes desenhos, pinturas e esboços refletem a psicologia profunda e os pensamentos intensos e pessoais do artista.”. É uma área de bastante impacto e que merece muita atenção. AH! E ainda tem um boneco que se mexe quando quer e assusta por seu barulho e movimentos.

Foto: Divulgação (Létícia Godoy - MIS)

Foto: Divulgação (Létícia Godoy – MIS)

[divider]SALA ENCANTAMENTO[/divider]

Televisões e suas placas “encantadas” ofertam para a audiência uma seleção de curtas animados do diretor dos anos 1970 aos anos 2000. O livro “The Giant Zlig” (1976) está exposto com uma carta de feedback de T. Jeanette Kroger, da Walt Disney Productions. No conteúdo, Kroger comenta a obra apresentada por Burton para publicação e afirma que “levando-se em conta sua falta de ferramentas e materiais adequados, as ilustrações estão muito boas. Os personagens são encantadores e criativos e apresentam variedade suficiente para manter o interesse.”. Mas será que a história deste livro é bacana? Não deixe de conferir o restante dessa instalação e principalmente a carta escrita de próprio punho por Tim Burton.

Foto: Divulgação (Létícia Godoy - MIS)

Foto: Divulgação (Létícia Godoy – MIS)

Ao término desta sala uma seleção de esboços desenhados em guardanapos e sketchbooks enfeitam um corredor que, certamente, chamará a atenção dos visitantes. Calma, não empurre o amiguinho, dá para curtir cada pedacinho de papel exposto.

[divider]SALA PROJETOS NÃO REALIZADOS[/divider]

“Esta seção apresenta obras de projetos de Burton para cinema, televisão e livros que foram interrompidos em diferentes estágios de desenvolvimento. Alguns destes projetos nunca avançaram além do estágio da ideia, ao passo que outros projetos desta seção foram totalmente executados, não incorporaram nenhum dos conceitos essenciais de Burton em sua visão final.”. Aqui, Edward Mãos-de-Tesoura (1990) e Jack Skellington ganham destaques na curadoria e compõem uma seleção incrível de desenhos feitos nas técnicas: pastel sobre papel preto; pena e tinta e caneta hidrográfica sobre papel e a mais impressionante: alguns quadros pintados em veludo preto!

Foto: Divulgação (Letícia Godoy - MIS)

Foto: Divulgação (Letícia Godoy – MIS)

Um cenário de casas acesas encantam os expectadores e enchem os olhos para as belíssimas ilustrações do diretor. Simplesmente arrepiante essa sala.

[divider]SALA FILMOGRAFIA[/divider]

Uma super dica: antes de entrar nesta sala, reparem nos “olhos mágicos” das paredes: três belíssimos quadros são revelados por trás das estruturas. Um deles, inclusive, chamado ‘Disco e Alienígena’ foi pintado entre 1973 e 1974.

“As seleções exaltam a marca específica de Burton em seus filmes – dos efeitos de animação em Stop Motion de “Large Marge” em seu primeiro longa-metragem, As Grandes Aventures de Pee-Wee (1985), aos desenhos de Frankenstein que cobrem três décadas de 1982 – 2012, nesta seção que oferece uma compreensão total da prática cinematográfica de Burton”.

As paredes são separadas por filme e viajamos em ilustrações e bonecos de longas como João e Maria (1983), Os Fantasmas se Divertem (1988), Vincent (1982) e Batman: O Filme (1989) – atenção especial ao quadro do Coringa pintado na técnica pastel sobre papel preto – de 1989. É belíssimo! Em seguida, bonecos dos Oompa-Loompas e da Noiva Cadáver farão os fãs pirarem. A riqueza de detalhes e expressões destes bonecos impressionam.

Ainda temos aqui uma seleção de estudos de desenhos da A Fantástica Fábrica de Chocolate (2005), Sweeney Todd (2007), Alice no País das Maravilhas (2010), Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas (2003) e Planeta dos Macacos (2001), longas que marcaram a carreira do diretor. Outra seção de bonecos conta com três peças do filme Marte Ataca! (1996) e desenhos do longa Batman: O Retorno (1992) prometem encantar os DC’ Maníacos.

Esta última sala ainda têm diversas surpresas, mas não vamos dar mais spoilers da exposição, correto?

DICAS ÚTEIS:

– Use roupa confortável, afinal, tem um tobogã no meio da exposição para você brincar;
– Não leve bolsa grande, opte por uma mochila – pequena;
– NÃO é permitido tirar fotos; respeite as orientações do MIS e guarde na memória esta exposição incrível.
– Quer gastar? Uma lojinha especial da exposição estará à sua disposição na entrada e na saída, opte por comprar na saída;
– Chegue 30 minutos antes do seu horário marcado;
– Não esqueça de levar o comprovante de compra ou o código de compra;
– Respeite as filas;
– Divirta-se!

‘O Mundo de Tim Burton’ veio para proporcionar encantamento, sorrisos e muita satisfação ao término de uma experiência memorável e marcante sobre a mente criativa de um dos maiores nomes do cinema internacional.

Küsses,

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Tatá Snow

“Crítica” de cinema – prefiro ‘analista de entretenimento’, fanática por comédias românticas e viciada em Sex and The City. Ah…#TeamCap

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