O Senhor dos Anéis – J.R.R. Tolkien

Mitologia, fantasia, aventura, ação, romance, amizade…. Descubra um pouco mais sobre esta saga encantadora! Para quem acabou de chegar de um planeta distante ou de outra dimensão e não...

Mitologia, fantasia, aventura, ação, romance, amizade…. Descubra um pouco mais sobre esta saga encantadora!

Para quem acabou de chegar de um planeta distante ou de outra dimensão e não conhece O Senhor dos Anéis: trilogia épica, precursora, que inspirou outros artistas e sagas, com ação, fantasia, aventura – tudo na medida certa – mergulhe em um mundo completamente diferente conosco e saiba um pouco mais sobre a Terra Média!

É complicado explicar algo sobre O Senhor dos Anéis, por uma daquelas coisas que só vivendo – ou nesse caso, lendo – para entender. Há uma quantidade vasta de fãs, leitores ávidos e aficionados pelo universo mítico criado por John Ronald Reuel Tolkien. A febre é tanta que o idioma élfico pode ser aprendido pela internet, só para se ter uma ideia.

Não sei dizer com clareza se existiam trolls antes de Tolkien, mas que ele foi um dos escritores que popularizou esta espécie – e mais algumas -, ah foi! Hobbits, elfos, anões (mas nada como no conto da Branca de Neve), aranhas gigantes, necromantes, orcs, enfim, a Terra Média, universo épico criado por Tolkien para ser o palco da história central da trilogia, é habitada por inúmeras criaturas inspiradas na mitologia. Um verdadeiro compêndio de novas espécies. O livro, lançado em 1954, encanta gerações desde então!

Na Terra Média existe um lugar tranquilo, de verdes pastos cultivados por criaturas pacíficas e de pés grandes e peludos: os hobbits. Apesar dos pés maiores do que o normal, hobbits são pequenos. Nunca confunda um hobbit com um anão! São pequenos, gentis e sempre esfomeados: há a hora do café da manhã, o lanche da manhã, o almoço, o pós-almoço, lanche da tarde, jantar, ceia…. Comer é algo realmente importante para os hobbits.

É aqui que a história começa, no primeiro volume da saga, A Sociedade do Anel. Frodo Bolseiro e seu tio, Bilbo Bolseiro, vivem em uma acolhedora toca. Mas não uma toca comum, suja, debaixo da terra, pequena, apertada, úmida. Hobbits prezam pelo conforto. Falar em uma toca de hobbit é pensar em uma lareira quentinha, uma despensa grande e um teto baixo.

Voltando à história. Frodo é um jovem hobbit que não conhece nada além do Condado, mas vai embarcar em uma aventura sem precedentes em pouco tempo. Frodo parece ser nosso paralelo na Terra Média, que descobre aos poucos a realidade cheia de mistérios e conflitos. Nós vamos juntos com ele nesta viagem e descobrimos as coisas ao mesmo tempo em que ele. Tolkien foi um gênio ao montar estes personagens. (Podemos nos identificar, entender, criar uma empatia.)

A questão é: a Terra Média está ameaçada por Sauron, um antigo mal que voltou e quer dominar tudo e todos, e para isto não hesita em fazer o que for necessário. Uma das prioridades é resgatar seu Um Anel, criado para dar mais poder e domínio ao mago. Sauron cria o Anel por inveja, já que vários foram criados e distribuídos entre as principais espécies, num total de 16 anéis de poder.

Por vários motivos, Frodo herda o Um Anel e recebe a ingrata tarefa de destruí-lo. Para isto, contará com bravos amigos (e atrapalhados) hobbits: Sam, Merry e Pippin, além dos humanos Aragorn e Boromir, o elfo Legolas, o anão Gimli e o grande mago Gandalf, o Cinzento e juntos eles formam a Sociedade do Anel.

No segundo volume da Saga, As Duas Torres, vemos nos heróis espalhados pela Terra Média, mais maduros, mais sérios e um tanto quanto responsáveis. Este é o livro mais tedioso da coleção, eu diria. Com um ritmo mais lento, mais moroso, apresenta tudo nos mínimos detalhes, talvez em busca de uma melhor imersão no mundo mítico. Aqui novas criaturas são apresentadas, novos inimigos são revelados e mais dificuldades pelo caminho vão surgindo. E mais motivos para lutar.

Frodo está sobrecarregado com o Um Anel. Por ser o único que consegue carregá-lo sem sofrer com as tentações do poder, agora ele começa a definhar aos poucos. No volume final, o Retorno do Rei, vemos a sombra do hobbit alegre e despreocupado do início de tudo. Ponto positivo para Sam, um grande amigo, que, em minha opinião, foi o verdadeiro salvador da Terra Média. Mas… Há controvérsias!

Ler O Senhor dos Anéis é entrar em outro mundo, viver experiências que não seriam possíveis em nossa limitada realidade. Conhecer novos personagens, novas espécies. Esta história não fica velha: foi lançada em 1954, como uma sequência para O Hobbit, teve suas versões cinematográficas lançadas, ganhou vários Oscars e ainda é contada, com uma estimativa de vendas entre 150 e 170 milhões de cópias. Quer escapar do tédio? Então leia O Senhor dos Anéis!

Boa leitura,
Até a próxima,

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