Perfeita é a Mãe 2 reafirma o quanto a mulher pode e deve se soltar!

Perfeita é a Mãe 2 renova os votos de que uma mulher não é bela, nem recatada e muito menos do lar Perfeita é a Mãe chegou nos cinemas...
Perfeita é a mãe 2 ingressos

Perfeita é a Mãe 2 renova os votos de que uma mulher não é bela, nem recatada e muito menos do lar

Perfeita é a Mãe chegou nos cinemas em 2016, explorando as dificuldades de ser mãe nos dias de hoje. Trouxe à tona o quanto a mulher corre para dar conta de tudo e deixou claro que, infelizmente, mesmo com estrutura familiar (pai, avós, tios e etc), é a mulher que orquestra o dia-a-dia.

O primeiro grito de liberdade ao som de um belo “foda-se” foi dado no primeiro filme. Aqui, Amy (Mila Kunis), Kiki (Kristen Bell) e Carla (Kathryn Hahn) deixam as crianças com os pais (e eles que se virem) saem para se divertir, para se cuidar e mostram que sim, é difícil pacas ser mãe, mas que não é impossível e muito menos algo as impeçam de serem elas mesmas.

Elas se comportam sem limites, fazem sexo casual, são vulgares, falam palavrões e basicamente têm diversos  comportamentos “de homens”. Um choque? Talvez, mas certamente uma das linguagens mais bem elaboradas para levantar a bandeira do “foda-se” desde Samantha dando pra metade de NY e combatendo o machismo em Sex and The City a série.

Ao término da primeira jornada, estas três mães ficam amigas e se tornam os piores exemplos para uma sociedade certinha e conservadora. Porém, não menos desejadas como amigas pelas demais que só sabiam ser belas, recatadas e do lar.

Perfeita é a Mãe 2

Em Perfeita é a Mãe 2, a jornada continua. Desta vez, nossas três mosqueteiras enfrentam seus piores pesadelos: as suas mães. Entram em campo Ruth (Chritine Baranski) como a mãe de Amy, Sandy (Cheryl Hines) como a mãe de Kiki e Isis (Susan Sarandon) como a mãe de Carla assumindo os papeis de mãe controladora, grudada e folgada respectivamente.

Bagunçando o coreto, literalmente, as três avós chegam na cidade na véspera do Natal tornando a vida das filhas um inferno. Ruth é uma milionária controladora que acha que a filha não faz nada certo. Sandy é uma mãe grudenta que quer participar da vida da filha 24h por dia e Isis é uma versão mais velha de Carla que vive de apostas, não tem responsabilidade alguma e quer só beber e curtir a vida.

Neste cenário, entramos em uma trama que põe o relacionamento de mãe e filha em jogo e trás bons reflexos sobre mulheres que não sabem cortar o cordão umbilical e querem que suas filhas sejam um espelho delas mesmas.

O longa não tem o mesmo fôlego do primeiro. Exagera nas cenas em câmera lenta, exagera nos momentos de bagunça das protagonistas, mas ainda tem um respiro de originalidade para questionar a vida adulta e a forma como mães não sabem lidar com suas filhas quando elas são diferentes delas. E só por isso, vale muito a pena.

O longa entra em cartaz dia 7 de dezembro e tem potencial para mexer com a audiência no sentido de provocar as mulheres que têm problemas com suas mães e provoca a todos com uma grande pergunta: será que o seu relacionamento com a sua mãe é saudável?

Perfeita é a Mãe 2 reforça que, muitas vezes, é necessário impor limites e mandar um belo “foda-se” até para a sua mãe.

Küsses,

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Tatá Snow

“Crítica” de cinema – prefiro ‘analista de entretenimento’, fanática por comédias românticas e viciada em Sex and The City. Ah…#TeamCap

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