CRÍTICA | Rainha de Katwe – Encantadoramente adorável

Um filme onde a atriz novata, Madina Nalwanga consegue brilhar e Lupita Nyon’g, em sua participação para lá de especial, alcança o céu e mostra que merece muitos prêmios! (Texto...

Um filme onde a atriz novata, Madina Nalwanga consegue brilhar e Lupita Nyon’g, em sua participação para lá de especial, alcança o céu e mostra que merece muitos prêmios!

(Texto escrito por Isa Horowitz, a nova crítica da Freakpop!)

a-rainha-de-katwe-critica-disney-3Filme biográfico dramático sempre nos deixa com aquela vontade de assistir e ver o porque de uma história merecer destaque e conquistar as telas do mundo. Nesse caso, a Disney e a ESPN Films mandaram super bem na escolha da história de Phiona Mutesi, uma xadrezista ugandesa que, apesar de toda a luta e falta de oportunidades, se tornou uma candidata a Mestre após sua vitória nas Olimpíadas de Xadrez, em 2010.

No longa, conhecemos a vida e a rotina da família de Phiona (Madina Nalwanga), filha de Harriet (Lupita Nyon’g) e seus irmãos. Apesar da trama se dedicar bastante na vida desta família, é possível entender e entrar no mundo de Katwe, cidade pobre de Kampala, para conhecer a realidade do povo, as dificuldades enfrentadas e, claro, fazer uma autorreflexão que fará qualquer um sair agradecido e com lágrimas nos olhos.

Phiona conhece por meio de seu irmão, Brian, o técnico de xadrez Robert Katende (David Oyelowo) e a partir daí descobre um talento muito especial e um mundo nunca conhecido a sua frente. Preparem-se para uma longa jornada que conta minuciosamente os detalhes do aprendizado, da vida fora dos jogos e a da realidade que bate à porta dos personagens.

Filmado em Uganda e Joanesburgo, a fotografia é impecável e os moradores, que foram figurantes reais do filme, fazem com que a gente se envolva no drama. Os takes dos jogos de xadrez são um pouco demorados, porém, fomentam nossa expectativa para ver se vamos comemorar ou chorar a cada partida.

O filme conta com uma música para lá de especial composta por Alicia Keys (Back to Life). Além disso, a trilha sonora não deixa nada a desejar: Alex Heffes que a produziu, deu a “tacada” certa na hora das escolhas.

Vá se emocionar com esse longa a partir do dia 24 de novembro com Rainha de Katwe. Impossível não soltar sorrisos espontâneos durante o filme que é dirigido por Mira Nair (Nova York, Eu Te Amo).

Bisous Bisous

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Tatá Snow

“Crítica” de cinema – prefiro ‘analista de entretenimento’, fanática por comédias românticas e viciada em Sex and The City. Ah…#TeamCap

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