Thor O Mundo Sombrio

<BARULHO DE TROVÃO> Voltamos povo!!!! E de quebra já trazemos mais uma crítica fresquinha, o prato do dia? Thor O Mundo Sombrio!   Com uma mistura interessante de Senhor...

<BARULHO DE TROVÃO>
Voltamos povo!!!! E de quebra já trazemos mais uma crítica fresquinha, o prato do dia? Thor O Mundo Sombrio!

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Com uma mistura interessante de Senhor dos Anéis e Guerra nas Estrelas, o oitavo filme do universo cinematográfico da Marvel, traz uma bela aventura repleta de momentos de humor e cenas intensas repletas de drama e pancadaria.

A história começa com uma narrativa vagamente genérica de filme épico, onde a origem de Malekith e dos elfos negros é contada, como os Asgardianos os impediram de liberar um grande mal e como em breve eles vão voltar para recuperar a arma e… bom, a abertura é praticamente a mesma do primeiro filme do Thor… Após isso, vemos que Thor e seus companheiros viajam pelos 9 reinos trocando porradas para restaurar a paz após a destruição da Ponte Bifrost por Loki. Pontos para uma rápida, porém especial aparição de um Kronan!
korg

 

 

Loki está preso nas celas de Asgard e Thor continua todo choroso porque sente falta da Jane Foster. Um evento cósmico acaba levando Jane para o mundo sombrio™ dos elfos negros e acaba acidentalmente sendo infectada pelo Éter, a arma secreta dos elfos. Thor a traz para Asgard e a pancadaria come solta. Este filme faz um contraste muito legal com o Thor anterior. Os momentos cómicos no primeiro filme, giravam em torno de um deus viking em tempos modernos, desta vez, a graça vem de Jane completamente perdida em Asgard.  Os personagens estão mais evoluídos, Thor mais sagaz, não é mais o brutamontes facilmente iludido pelo irmão, Loki, por motivos que não vamos contar aqui, ajuda seu irmão contra este inimigo novo e o personagem ganha uma nova faceta. A própria Jane Foster não é só a donzela em apuros e ajuda os heróis sempre que pode.

Malekith está longe de ser um vilão famoso ou memorável, mas a forma como os Elfos Negros são apresentados merece destaque, pilotos de naves imensas que parecem machados, armados com blasters no melhor estilo Stormtrooper e com máscaras fantasmagóricas, formam um exército interessante para o vilão. O próprio Malekith é um vilão de verdade, ele quer destruir o universo, não quer derrotar o herói e nem se importa em descobrir seu nome. Pode fazer pouca diferença, mas isto deixa Thor muito mais heróico, sua missão não é de vingança ou de revanche, mas sim, a salvação do universo.

korg

 

A cena final de luta é uma das batalhas mais bizarramente coreografadas já feitas nesta maratona infindável de blockbusters, a alternância entre humor pastelão, violência absurda, teletransporte, ciência maluca de quadrinhos e pancadaria acabaram criando uma das melhores cenas de 2013. E sim, antes que perguntem, existem cenas pós-créditos, sim uma delas é sobre Guardiões da Galáxia, o pessoal nerd mais old school vai ter pulos de alegria nessa cena (coff… jóias do infinito… coff), e fiquem atentos pois este filme, assim como Vingadores, tem mais de uma cena.

Ah, só uma pausa rápida, se por algum motivo, o pessoal de Homem de Aço estiver lendo (eu sei, eu sei… é impossível), mas vocês viram que fazer um filme sobre um super herói que voa, tem super força, alienígena e uma capa vermelha não é impossível? Também não é difícil torna-lo humano, divertido e fácil para o público se identificar? David S. Goyer, antes de você continuar a escrever o roteiro de Batman vs Superman, porque não vai no cinema dar uma olhada? Acho que te faria bem…

Até a próxima!

 

 

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Editor-chefe da Freakpop. Adora cinema, mas odeia a palavra cinéfilo. Leu quadrinhos demais na vida e tem uma capacidade muito limitada de entender a realidade. Tudo que não explica com Máquina Mortífera, explica com Highlander. Sabe tudo sobre Soul Reaver e Crônicas de Gelo e Fogo. Seu signo é estegossauro.

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