CRÍTICA | Sharp Objects (Objetos Cortantes) - Ep. 4 - Ripe

A trama avança e Camille entra no rastro de um possível assassino
Sharp Objects episodio 4 RIPE HBO

O quarto episódio de Sharp Objects (Objetos Cortantes) aprofunda nas cenas dos crimes

Chegamos na metade de trama. Sharp Objects (Objetos Cortantes) terá, ao todo, oito episódios. E finalmente chegamos em um possível rastro de um possível assassino. “Ripe”, traduzido no Brasil pela HBO como “Ranço”, nos leva para uma Camille um pouco mais centrada e um Adora um tanto quanto dramática.

Cenas dos crimes

Ao lado do detetive Richard, Camille caminha pelos locais do crime e tenta entender como a cidade reagiu e as pessoas do círculo de relacionamento das vítimas agiram. Enquanto isso, o delegado Vickery passa uma tarde toda com Adora em um bate papo, aparentemente, sem pé nem cabeça.

Tudo indica que Vickery tem um rabo preso com a matriarca. Parece que ele “deve” satisfação a ela sobre a onda dos assassinatos e fica claro que Adora tem poder e consegue manipular muito mais pessoas além de suas filhas e marido.

Marido este, por sinal, que se demonstra de saco cheio e extremamente enciumado sobre a relação de Adora com o delegado. Além disso, ele aguenta seus dramas particulares, como um simples machucado nas mãos de Adora feito por um arranhão de uma roseira.

Um flashback nos apresenta Alan como um pai de família carinhoso e preocupado com Camille logo após a morte de sua irmã mais nova. E, no presente, quando Adora o confronta por ser ciumento, ela culpa a presença da filha no local. Alan logo a defende e volta a bola para Adora que tem uma obsessão doentia em Camille e parece precisar sempre a culpar por todo e qualquer incômodo.

Temos um assassino?

John, irmão de Natalie, encontra Camille no bar e acaba revelando algumas coisas que Adora poderia ter contato para Camille. A jornalista descobre que Amma era amiga das duas vítimas e uma estranha conexão com um gazebo velho da floresta leva Camille a sair feito louca pela cidade atrás da meia-irmã.

Cenas do passado, da morte da irmã de Camille, se misturam com imagens dos assassinatos de Natalie e Ann, e o episódio termina levantando suspeitas sobre Alan, o delegado e até mesmo a própria Amma. Sharp Objects não brinca em serviço, mas sabe exatamente como intrigar a audiência.

Muito além do serial killer

Muito mais do que isso, a série segue costurando uma teia conflitos entre os moradores desta cidade. Todo lance de Adora, com toda certeza, saber mais do que Camille imagina, nos leva a desconfiar dela, mas não como assassina, e sim como um motivo para o assassino causar esse rebosteio na cidade. Temos a impressão de que o serial killer atuou pensando numa forma de psicologicamente afetar Adora, como uma vingança já que a mesma manipula todos.

Sharp Objects (Objetos Cortantes) teve um quarto episódio mais “morno” em relação aos demais, mas extremamente intrigante. Não vemos a hora de assistir mais uma parte dessa trama.

Küsses,

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“Crítica” de cinema – prefiro ‘analista de entretenimento’, fanática por comédias românticas e viciada em Sex and The City. Ah…#TeamCap

9.3
O bom
  • Essas sequências de imagens aleatórias dá uma raiva. Sério.
  • Amy Adams atua mais a cada novo episódio.
  • Estamos com muita vontade de beber!
O ruim
  • Adora é chata por ser chata ou é hobby?
  • Amma é kct de mimada.
  • Direção
    10
  • Roteiro
    8
  • Elenco
    10
  • Produção/ Fotografia
    9
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