[CRÍTICA] The Flash – Temp. 02 – Ep. 01 – The Man Who Saved Central City

Começa a segunda temporada de The Flash! Ao contrário de sua série irmã, Arrow, The Flash nunca mostrou dificuldade em misturar premissas absurdas dos quadrinhos com o drama e...

Começa a segunda temporada de The Flash!

Ao contrário de sua série irmã, Arrow, The Flash nunca mostrou dificuldade em misturar premissas absurdas dos quadrinhos com o drama e ritmo necessário para uma série de TV. Enquanto Arrow passou muito tempo pendurado em dramas teen e se “inspirando” no Batman de Christopher Nolan, lá estava Barry, brigando com gorilas falantes, viajando no tempo e, em geral, se divertindo com seus super poderes. A segunda temporada começa até de forma realista, ao explorar os meses após a abertura do buraco negro de Central City e a batalha mais perigosa que o Team Flash já enfrentou.

Rapidamente relembrando, Harrison Wells / Eobard Thawne é morto quando Eddie, seu ancestral, comete suicídio, Nuclear e The Flash conseguem impedir que o buraco negro destrua a cidade, mas Ronnie desparece no meio do conflito e Cisco descobre que é um meta-humano. Agora, Barry decide seguir com sua missão sozinho. Cisco vai trabalhar com Joe na polícia, Caitlin arruma um emprego no Mercury Labs, e Iris… enfim. 

Apesar de atormentado, The Flash se torna o grande herói da cidade e assim como os quadrinhos, Central City cria o Flash Day. Adorado pelas multidões, ele passa suas noites concertando comércios que foram destruídos durante o cataclisma da temporada anterior. Se todo esse dramalhão não fosse o suficiente, o buraco negro abriu uma porta para uma Terra paralela e começou a chover personagens novos. De cara, já surge o Esmaga-Átomo, que apesar de ser um herói nos quadrinhos, na série surge como vilão, porque treino é treino, Terra-2 é Terra-2. Ele revela para Barry que foi obrigado por uma certa figura misteriosa a matar o velocista escarlate para poder retornar a sua Terra natal.

Em geral, The Flash continua divertido, sem vergonha de incorporar o maior número de premissas absurdas em seus episódios mas sem perder o lado humano e o clima entre os atores e seus personagens. 

E preparem-se… pois Zoom vem aí…

Até a próxima!

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Editor-chefe da Freakpop. Adora cinema, mas odeia a palavra cinéfilo. Leu quadrinhos demais na vida e tem uma capacidade muito limitada de entender a realidade. Tudo que não explica com Máquina Mortífera, explica com Highlander. Sabe tudo sobre Soul Reaver e Crônicas de Gelo e Fogo. Seu signo é estegossauro.

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