True Blood – Review sexta temporada

E lá vamos nós! A sexta e nada esperada temporada de True Blood na HBO terminou a quase um ano. Bora relembrar? Núcleos secundários: Família Bellefleur – As filhas fadas de...

E lá vamos nós! A sexta e nada esperada temporada de True Blood na HBO terminou a quase um ano. Bora relembrar?

Núcleos secundários:

Família Bellefleur – As filhas fadas de Andy crescem rápido e viram alvo dos vampiros que desejam seu sangue. Jessica mata 3 delas em um episódio sanguinário e a única sobrevivente é usada pelo Eric em um determinado momento para a captura de Warlow. Terry está numa mega depressão em virtude do seu passado e contrata um amigo para matá-lo. Nesse meio tempo, Arline tenta resolver seu relacionamento com a ajuda de Holly usando um vampiro para faze-lo esquecer esses fantasmas, porém o matador contratado cumpre com o seu dever e apaga o soldado. Arline recebe uma bolada de um seguro de vida e termina feliz e brega como sempre – e agora milionária.

Os lobos – Alcide decide ser um babaca e vai encher o saco de Sam para recuperar Luna. Os lobos continuam sem muita coisa para fazer além de se comportar como o fã clube do Bonde das Maravilhas e, depois de algumas rosnadas, Alcide desencana e volta a ser amigo do Sam. Porque claramente os roteiristas desistiram da profissão no meio da temporada…e porque faltava alguma cena aleatória dele com o Sam bebendo sem parar.

Os Stackhouse’s – Jason ainda é policial e tenta ajuda Sookie com o mistério da morte de seus pais. O Fada-Avô de Sookie, Nial, aparece e revela que não é Warlow. Sookie descobre com a ajuda de Lafayette que seus pais quiserem sua morte e que ela foi prometida ao vilão. Ben aparece misteriosamente no pedaço, tenta dar em cima de Sookie, toma umas porradas e no fim revela que na verdade é Warlow, e que há mais de 6 mil anos está em busca de Sookie para casar com a moça e viver felizes para sempre. Além disso, ele é uma Fada-Vampiro e super poderoso. Os dois tem um caso (afinal, quem nunca traçou a Sookie né?) e por fim é morto pelas mãos de Jason.

Bill/Eric – Os vampiros viraram o inimigo público número 1 após a destruição das fábricas de Tru Blood. Sem uma fonte segura para se alimentar, a população sanguessuga vai para as ruas para caçar humanos. O governador da Louisiana, com parceria da pastora mais odiada de todos os tempos, Sarah Newlin, revela seus planos para conter a população vampírica do Estado em um campo de concentração onde são torturados para desenvolver defesas contra os mortos vivos. Bill revela que o sangue de Lilith o tornou em uma espécie de Deus e agora é completamente imune a estacas, convites para entrar nas residências, entre outras coisas. Entre seus poderes, Lilith revela a Bill que os vampiros morrerão na prisão.

Desesperado para salvar seu povo, “Billith” captura o criador de Tru Blood para sintetizar sangue de fada, que torna vampiros imunes à luz do sol. Em paralelo, Eric tenta hipnotizar o governador, mas descobre que já existe a tecnologia para deixar humanos incapazes de serem hipnotizados (uma maldita lente de contato WTF?!), foge por pouco e já planeja uma sacanagem: irá transformar a filha do governador, Willa, em vampira. Ambos, assim como Tara, Pam e Jessica, terminam capturados e são levados para a prisão. Jason, arrependido pelo seu ódio de vampiros, se torna guarda no campo de concentração para tentar resgatar seus amigos.

A irmã de Eric, Nora, também uma prisioneira, está infectada pela nova arma contra vampiros, Hepatite V (mais alguém achou isso absurdamente escroto?). Desesperado para salvar sua irmã, Eric foge da prisão com Nora, mas deixa Willa para trás para avisar os demais sobre o Tru Blood infectado. Desesperado, pede a ajuda de “Billith” para cura-la. Nenhuma tentativa funciona e Nora explode nas mãos de um Eric que fica mais instável. Bill, sentindo que o tempo está curto, usa o restante do sangue de fada para andar na luz do sol e ter uma conversinha com o governador Burell. O bate-papo não vai bem e Bill decide testar se o governador viveria sem sua cabeça (a resposta é não…Burrel vira um souvenier de jardim em uma das melhores cenas sanguinárias da temporada). Sarah assume o descontrole da prisão e as coisas ficam mais complicadas. Pausa dramática para cena onde ela mata a dona da nova fábrica de Tru Blood Infectado à sapatadas! Dá-lhe Louboutin na cabeça beesha!

Com a cagada de Jessica, Bill usa seu poder sobre Warlow para força-lo a ceder seu sangue de vampiro-fada, Sookie muito esperta, esconde seu “noivo” na dimensão das fadas. Eric dá um jeitinho, entra e bebe o sangue de Warlow e parte para o campo de concentração para reencenar os melhores momentos de Jogos Mortais VVXXII . Bill segue para a prisão e ambos conseguem libertar os prisioneiros. Para salva-los da luz do sol, Bill deixa que bebam de seu sangue, o que deixa todo mundo chapado, pelado e doidão, que nem sua mãe naquele show do Blitz em 82 que ela se recusa a falar sobre.

Pontos fracos:

Lafayette está completamente apagado nessa temporada, ele serve para aparecer sempre maquiado e com alguma frase ácida e afiada na ponta da língua.

O núcleo do Sam é bem sem sal, os lobos estão completamente de escanteio e a tentativa de fazer o Alcide um chefão vai por água abaixo quando nos deparamos com seu lado bom que não condiz com sua forma física e beleza majestosa! #coliriocapricho

A morte de Terry rendeu um episódio de “lembranças” muito tenso que ocorreu durante a invasão de Eric e Bill na prisão/laboratório de Vampiros do Governador e da Sarah Malafaia.

Sookie……………VSF! Pqp, como você é chata!

Pontos médios:

As filhas fadas de Andy foram rapidamente exploradas e a única que sobrou era sonsa demais para ser respeitada pelos fãs, mas valeu a tentativa e as aparições da fofa da Holly.

Steve “Gay Quero Comer o Jason” Newlin segue como um vampiro fracassado e super suscetível a qualquer troca de informações a seu favor. Mas Eric não perdoa e mata ele no penúltimo episódio. Ah, suas últimas palavras foram: I love you Jason Stackhouse!

Pam não serviu para nada a não ser relembrar seus tempos de “moça-da-vida” e transar com o seu psicólogo ainda na prisão. Mas ok, ela é diva, magra e linda e a gente perdoa depois do mega beijo dado na Tara na quarta temporada.

Tara, quem é Tara nessa temporada? No último episódio sua mãe louca resolve alimentá-la para se redimir pela péssima educação e ausência.

Pontos fortes:

Macklyn Warlow além de ser interpretado pelo delicia Rob Kazinsky  o vilão/amante da Sookie/ fiquei preso durante 4 episódios em uma árvore, rendeu suspiros e raiva durante toda a trama. De verdade, achei uma sacanagem disperdício ele morrer! rs

Alcides continua lindo e gostoso!

A temporada como um todo foi bem alinhada apesar do roteiro de 3ª. qualidade, mas o último episódio…..ahhhhhhhh o último episódio, bem, vamos a ele:

Episódio final:

GENTCHY pára tudo! Todo mundo viu o Eric peladão e caindo na net de pipi de fora! (UIIIII!), se não, enjoy:

Pois é, o bonitão estava curtindo seu sol em paz na Noruega quando o efeito do sangue de Worlow acabou e por 15 segundos ele salvou os piores 55 minutos de True Blood já transmitidos. E aí? Pegava ou largava?

Enfim, 6 meses passaram após a reviravolta toda, Sookie está morando com Alcide (afff), Sam vira prefeito da de Bon Temps, Andy está aflito e “cheio de mistérios”, a cidade se une para evitar um novo ataque e em uma uma festa caipira oferecida pela Arline, todos precisam socializar com um vampiro legal para serem protegidos. E por fim……………………………… Vampiros Zumbis infectados de Hep-V vão acabar com essa farofada regada a milho e cerveja no quintal do ex bar Merlotte`s agora chamado Bellefleur’s.

E aí? De 0 a 10 a temporada 6 foi bem mediada e ainda assim melhor que a 5ª. temporada que eu tenho certeza que você não se lembra de nada! rs Mas de verdade, True Blood já se perdeu. Comparados as 4 primeiras temporadas, essas últimas duas desenrolaram os personagens para caminhos muito confusos e banais. De verdade, espero que a 7ª. temporada seja melhor e que aproveite o gancho para encerrar sua participação na TV com histórias de vampiros.

Vamos aguardar.

Küsses,
Lady Freak

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“Crítica” de cinema – prefiro ‘analista de entretenimento’, fanática por comédias românticas e viciada em Sex and The City. Ah…#TeamCap

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